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Terça-feira, 3 de Maio de 2005
A Energia em Portugal

Em Portugal, 60% da energia consumida é energia eléctrica. Esta energia tem origem em centrais termoeléctricas (57%), centrais hidroeléctricas (41%) e em centrais eólicas, solares, geotérmicas, e da biomassa (2%). 


A Direcção Geral de Geologia e Energia publicou o trabalho Energia - Estatísticas Rápidas de 2005, disponível para download no seu site, que  pretende dar uma imagem sintética do mercado da energia em Portugal, estabelecendo um compromisso entre o dever de informar e a fiabilidade dos números nesta data disponíveis. Impõe-se, assim, que à informação aqui contida, relativa a 2004, seja atribuído um carácter provisório. Assim, verificou-se que:


O consumo de energia primária registou um aumento global de 3% relativamente a 2003, ano em que se tinha verificado uma redução de 2,3% relativamente ao ano anterior.


Ao nível da energia primária destaca-se o aumento do gás natural (+25%) e do saldo importador de energia eléctrica (+132%), em grande parte devido à significativa redução das fontes de energia primárias nacionais por via da hidraulicidade (-11,5%). Verificou-se uma redução da dependência do petróleo de 59,3% para 58%.


No consumo de energia final destaca-se:
- o forte crescimento do consumo de gás natural nos 8,1%, essencialmente no segmento doméstico/serviços
- a ligeira redução no crescimento da electricidade, de 4,1% em 2003 para 3,9% em 2004.


Observou-se um decréscimo nas importações de carvão (2,1%), essencialmente no sector dos cimentos.


A produção bruta de energia eléctrica no Continente diminuiu 4,3%, tendo sido compensada por um forte aumento no saldo importador (+3,7 TWh). Destaca-se o aumento do peso do gás natural na produção de electricidade (de 17% para 27), que compensou a forte redução da produção hídrica (de 35% para 23%). A produção de energia eólica cresceu 66%, representando já 1,8% da produção. O total de produção a partir de energias renováveis (corrigida pela hidraulicidade) aumentou de 31% para 34% em 2004.


As entregas para consumo de produtos de petróleo, excluindo o consumido no sistema centralizado de produção de electricidade e as utilizações como matéria prima aumentaram 2,2%, tendo-se registado um decréscimo no consumo de gasolinas de 3,8% e um acréscimo de 3,1% no consumo de gasóleo rodoviário.


In http://www.dge.pt

publicado por nelsonfq às 18:36
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