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Segunda-feira, 11 de Abril de 2005
Fiação
Processo de transformação de fibras têxteis em fios. O fabrico varia de acordo com o tipo de fibras, sejam estas contínuas, como a seda, ou descontínuas, como o algodão, o cânhamo, a juta, a lã ou o linho.

No primeiro caso, os procedimentos consistem em juntar vários fios de seda torcidos, aumentando-lhes assim a resistência. São lavados com água e sabão, e posteriormente enrolados em bobines. Finalmente, o fio é torcido e preparado para tingimento.

No caso das fibras descontínuas, são limpas, batidas, penteadas e cardadas. Posteriormente, são reunidas e torcidas para formar um fio, e, finalmente, são seleccionadas e embaladas de acordo com a sua espessura.

As fibras químicas são obtidas a partir de matérias-primas que apresentam geralmente um aspecto viscoso, por extrusão através dos orifícios de uma fieira. Posteriormente, esses filamentos são solidificados.

No caso das fibras sintéticas (poliméricas) a fiação dá-se por fusão, procedendo-se também à extrusão dos filamentos, solidificados neste caso por arrefecimento.

A fiação é uma das mais antigas actividades humanas, sabendo-se que há cerca de 9 mil anos já se usavam fusos e rocas rudimentares.

No início do século XIV, a roda de fiar surgiu na Europa, pensando-se que já era usada anteriormente no Oriente. Com este novo processo, o fuso passava a girar mecanicamente. No século seguinte, a roda já servia simultaneamente para torcer e orientar o fio na direcção de uma bobina.

Por volta de 1767, James Hargreaves construiu uma máquina de fiar que podia trabalhar com 8 e, depois, 16 fusos ao mesmo tempo. Mais tarde, em 1779, Samuel Crompton criou uma nova máquina de fiar que tinha uma armação móvel que suportava os fusos e que ainda hoje é usada.

 

Artigo retirado da Biblioteca Universal da Texto Editores
publicado por nelsonfq às 14:04
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