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Segunda-feira, 21 de Fevereiro de 2005
Aerodinâmica do Avião
Os irmãos Wright pilotaram o primeiro aeroplano a motor (um biplano) em Kitty Hawk, na Carolina do Norte, EUA, em 1903.

Um avião tem de ser eficientemente aerodinâmico de modo a prevenir a formação de ondas de choque sobre a fuselagem e asas, que provocariam instabilidade e perda de potência. As asas de um avião são largas e curvas na frente, chatas por baixo, curvas em cima, e afuniladas num ponto agudo na traseira. Esta forma faz o ar que passa por cima aumentar de velocidade, reduzindo a pressão abaixo da pressão atmosférica. Isto deriva do princípio de Bernoulli e resulta numa força que actua verticalmente para cima, chamada impulsão, e que contraria o peso do avião. No voo nivelado, a impulsão iguala o peso. As asas desenvolvem impulsão suficiente para sustentar o avião quando este se move rapidamente pelo ar. A propulsão vem como reacção à corrente de ar acelerada para trás pelo propulsor ou ao disparo dos gases para trás pelos exaustores dos jactos.


No voo o impulso do jacto tem de superar a resistência do ar. A resistência depende da área frontal (por exemplo: grande, avião comercial; pequena, avião de caça) e da forma (coeficiente de resistência); em voo nivelado, a resistência é igual ao impulso. A resistência é reduzida pelo aerodinamismo do avião, resultando no aumento da velocidade e no menor consumo de combustível para uma dada potência. É então necessário levar uma menor quantidade de combustível para a mesma distância de voo, pelo que se torna possível transportar mais carga e/ou passageiros.


A forma de um avião é ditada principalmente pela velocidade a que irá operar. Um avião de pequena velocidade, operando bem abaixo da velocidade do som (cerca de 965 km/h) não necessita de ser muito aerodinâmico, e pode ter asas largas e ortogonais à fuselagem. Um avião que opere a velocidades próximas da velocidade do som tem de possuir uma boa aerodinâmica e ter asas puxadas para trás. Isto impede a formação de ondas de choque sobre a superfície do corpo do avião e asas, que resultariam em instabilidade e elevadas perdas de potência. Os aviões supersónicos (mais rápidos do que o som) precisam de ser cuidadosamente projectados a nível aerodinâmico, e precisam de um nariz em forma de agulha, asas muito puxadas para trás, e aquilo que é frequentemente denominado por fuselagem de «garrafa de Coca-Cola» (cintura apertada), de forma a atravessar a barreira do som sem sofrer perturbações indevidas.


Artigo retirado da Biblioteca Universal da Texto Editores

publicado por nelsonfq às 14:02
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