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Quarta-feira, 16 de Fevereiro de 2005
NYLON
Polímero sintético de cadeia longa com uma estrutura química semelhante à de uma proteína. O nylon foi a primeira de todas as fibras sintéticas, feita a partir do petróleo, gás natural, ar e água. Foi desenvolvido em 1937 pelo professor de Química Orgânica americano W.H. Carothers.

Em 1927, Carothers foi convidado para chefiar um projecto de investigação na empresa americana E. J. Du Pont de Nemours and Company, com o objectivo de desenvolver um novo material sintético que pudesse ser fabricado em quantidade, tivesse a leveza da seda e fosse de elevada resistência. O projecto prosseguiu durante mais de onze anos e custou na altura 27 milhões de dólares.


Em 1931, Carothers descobriu uma fibra mais fina e resistente do que a seda, misturando ácido adípico (HOOC-(CH2)4-COOH) e hexametilenodiamina H2N-(CH2)6-NH2, qualquer deles com 6 átomos de carbono. Daí o nome polímeros 6,6 ou polímero 66, como também é conhecido.


As primeiras fibras fundiam a temperaturas baixas e eram muito fracas. Carothers demorou mais quatro anos a aperfeiçoar o polímero 66. Descobriu que o processo era inibido por gotículas de água no composto. Evaporando a água, obteve uma fibra resistente e elástica.


A nova fibra era forte como o aço e delicada como uma teia de aranha, diziam os fabricantes, tendo passado a ser utilizada para fazer cordas, artigos moldados e vestuário. As meias de nylon surgiram em 1938; cada par de meias é feito com um único fio de nylon com aproximadamente 6 quilómetros e meio de comprimento, entrelaçados em três milhões de malhas.


É utilizado no fabrico de artigos moldáveis, têxteis e suturas médicas. As fibras de nylon são mais fortes e mais elásticas do que as da seda, e são relativamente insensíveis à humidade e ao míldio. O nylon é utilizado em retrosaria e artigos têxteis, simulando outros materiais como a seda e as peles, sendo também utilizado em carpetes.


São produzidos anualmente cerca de dois milhões de toneladas de ácido adípico para o fabrico do nylon. O ácido adípico é feito a partir do benzeno, um carcinogénio, libertando-se para a atmosfera cerca de 10% do gás responsável pelo efeito de estufa, o ácido nitroso.


Artigo retirado da Biblioteca Universal da Texto Editores

publicado por nelsonfq às 16:33
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