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Quinta-feira, 10 de Fevereiro de 2005
Planetas

planeta.jpg 


Grande corpo celeste em órbita em torno de uma estrela, composto por rocha, metal ou gás. Existem nove planetas no sistema solar: Mercúrio, Vénus, Terra, Marte, Júpiter, Saturno, Neptuno, Úrano e Plutão. O sistema solar de que o planeta Terra faz parte é composto por nove planetas principais e algumas dezenas de planetas secundários ou satélites naturais como a Lua. De uma forma geral, os planetas são também designados de corpos planetários.


Os quatro planetas interiores, chamados planetas terrestres, são pequenos e rochosos e incluem o planeta Terra. Os exteriores, com excepção de Plutão, são chamados planetas gigantes e consistem em grandes esferas de pedra, líquidos e gás; o valor da massa do maior de todos os planetas, Júpiter, é mais do que o dobro do somatório das massas dos outros planetas.


Os planetas são caracterizados por não terem brilho próprio, ou seja, não apresentarem um conjunto de reacções nucleares que origine a produção de energia radiante, sendo o seu brilho devido unicamente à luz por eles reflectida. Portanto, os planetas não têm luz própria, mas reflectem a luz da estrela que lhes está associada.


Os planetas recebem a denominação de primários se a sua órbita for descrita apenas em torno de uma estrela (ou conjunto de estrelas). Os planetas secundários, para além de descreverem uma órbita em torno de uma estrela, descrevem também uma órbita em torno de um outro planeta, pelo que também se chamam satélites naturais.


Para um observador na Terra, todos os planetas históricos são objectos visíveis a olho nu movendo-se em trajectórias curvas em relação ao fundo, constituído por estrelas. As dimensões destas trajectórias, provocadas pelo movimento da Terra em torno do Sol, são inversamente proporcionais à distância do planeta em questão à Terra.


Planetas extra-solares


Em 1999, uma equipa de astrónomos norte-americanos, israelitas e australianos descobriu um planeta em órbita de duas estrelas. O planeta extra-solar têm uma dimensão semelhante à de Júpiter e veio aumentar o catálogo de novos planetas que não pára de crescer. Em Novembro do mesmo ano, o número de planetas fora do sistema solar passou para 28 e, em 2001, já era de mais de setenta. Um grupo de astrónomos da Universidade da Califórnia e do Instituto Carnegie de Washington descobriu seis novos planetas que giram à volta de estrelas idênticas ao Sol, quer em idade quer em luminosidade.


Em 2001, foram descobertos dois planetas gigantes e gasosos como Júpiter em torno da estrela 47 da constelação da Ursa Maior, a 51 anos-luz da Terra. O primeiro havia sido descoberto em 1996. As semelhanças com o nosso sistema solar são extraordinárias e não só a estrela é parecida com o Sol, como as órbitas dos dois planetas são quase circulares, como ocorre com os planetas do nosso sistema solar cujas órbitas, elípticas, apresentam uma excentricidade muito pequena.


No mesmo ano, uma equipa internacional de astrónomos anunciou a descoberta de oito novos planetas extra-solares, dois deles com órbitas circulares, mais parecidos com os planetas do nosso sistema solar. A maioria dos planetas fora do nosso sistema solar detectados até agora tem órbitas muito alongadas e não circulares. São sistemas com planetas muito grandes, do tamanho de Júpiter ou maiores, localizados muito perto da sua estrela e às vezes a andar à sua volta a uma velocidade surpreendente.


Descoberta de atmosfera num exoplaneta


Em 2001, o Telescópio espacial Hubble detectou atmosfera em torno de um planeta fora do sistema solar. O planeta fica a 150 anos-luz da Terra, o que significa dizer que a luz emitida pela estrela que orbita, na sua velocidade, demora 150 anos a chegar cá.


Este planeta foi descoberto em 1999, em torno de uma estrela amarela muito parecida com o nosso Sol, chamada HD 209458. É um planeta relativamente pequeno, com cerca de 70 por cento do tamanho de Júpiter, e o seu ano é de apenas três dias e meio, o tempo que leva a completar uma volta à estrela. A estrela fica na direcção da constelação de Pégaso e é visível através dos telescópios amadores.


Na busca de uma redoma gasosa no planeta que gira à volta da estrela HD 209458, o Hubble iniciou a sua busca de sódio, pois esperava que este elemento químico existisse em torno dos planetas extra-solares (ou exoplanetas).


Depois de 1999, confirmou-se a existência do planeta através da medição de pequenas reduções na luz vinda da estrela, sempre que o planeta passava em frente dela. Foi, precisamente, quando o planeta se posicionava à frente da estrela que os cientistas procuraram a presença de uma atmosfera. Segundo os especialistas, com esta descoberta é possível a pesquisa de uma presença química de vida nos planetas situados fora do sistema solar.


O mais antigo planeta extra-solar conhecido


Em 2003, o telescópio Hubble voltou a fazer uma descoberta espantosa: um planeta extra-solar com 12 700 milhões de anos. Segundo os astrónomos, este será um «exemplo da primeira geração de planetas do Universo» e terá nascido mil a dois mil milhões de anos depois do Big Bang.


Este planeta extra-solar nasceu no enxame globular de estrelas M4, que se encontra a 5600 anos-luz da Terra, na constelação de Escorpião, e tem 2,5 vezes a massa de Júpiter, o maior planeta do nosso sistema solar.


Apesar de já se conhecerem 115 planetas extra-solares, este planeta tem uma importância especial por ser uma espécie de «antepassado» de todos os planetas conhecidos, já que os planetas do nosso sistema solar, por exemplo, têm apenas 4500 milhões de anos.


Artigo retirado da Biblioteca Universal da Texto Editores

publicado por nelsonfq às 12:10
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