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Segunda-feira, 14 de Novembro de 2005
Diamante
Mineral polimorfo (ou alótropo) do carbono, em geral transparente e incolor. É uma pedra preciosa e a substância natural conhecida com dureza mais elevada (10 da escala de Mohs). Os diamantes industriais - que podem ser naturais ou sintéticos - são utilizados para corte, moagem e polimento.

O diamante cristaliza no sistema cúbico com cristais octaédricos, alguns com faces curvas e estriadas. O elevado índice de refracção de 2,42 e o poder separador da luz, ou «fogo», contribuem para os efeitos espectrais observados em diamantes polidos.


História


O diamante era já conhecido no ano 3000 a.C. e, até à sua descoberta em 1723, no Brasil, a Índia era o principal produtor. No Brasil, a produção teve início em 1723-1724, após a descoberta das jazidas da zona de Minas por Bernardo da Fonseca Lobo. No fim dessa década, a exploração foi regulamentada, determinando-se nomeadamente a tributação a impor aos trabalhadores. No mesmo ano de 1723 encontraram-se diamantes na Baía. Abusos e irregularidades por parte dos contratantes em relação aos contratos feitos com a coroa portuguesa levaram a medidas como a criação da Inspecção-Geral dos Diamantes (1771), que não foi capaz de controlar o problema. O Brasil liderou o mercado mundial durante cerca de século e meio. Os estados com maiores jazidas são Minas Gerais, Baía, Goiás, Paraná e Mato Grosso.


No presente, os principais produtores são: Austrália, República Democrática do Congo, Botswana, Rússia (Yakut), África do Sul, Namíbia, Brasil e Angola; os dois primeiros produzem grandes quantidades de diamantes industriais. Angola iniciou em 1997 a exploração daquela que é a quarta maior mina de diamantes do mundo. Hoje em dia, cerca de 80% dos diamantes gema em bruto produzidos no mundo são vendidos através da De Beers Central Selling Organization, em Londres.


Jazidas


Os diamantes podem encontrar-se como diamantes aluviais; à superfície terrestre ou próximo dela; nos cursos de água secos ou leitos de rios; no fundo do mar (sudoeste africano); ou, mais vulgarmente, em chaminés vulcânicas diamantíferas compostas por kimberlito ou lamproito, onde a matriz original penetrou na crosta terrestre a partir de grandes profundidades. São seleccionados a partir do resíduo do material moído por raio-X, ou por outros processos de recuperação.


Variedades


Existem quatro variedades principais de diamante: balas, uma variedade industrial de diamante, extremamente dura e tenaz; carbonado, ou diamante industrial, também chamado diamante preto ou carbono, que é opaco, preto ou verde, e muito tenaz; pedras transparentes muito cristalinas, incolores ou apenas ligeiramente coloridas, consideradas como gemas; e boarts, de tipo pouco cristalino, considerados diamantes de categoria inferior. Os diamantes industriais podem também ser produzidos artificialmente, a partir da grafite; estes diamantes, também conhecidos como diamantes sintéticos, conduzem, em alguns casos, o calor com uma eficência superior em 50% à dos diamantes naturais, sendo cinco vezes mais tenazes. Esta é uma grande vantagem que possuem para a sua utilização como dissipadores de calor em aparelhos electrónicos e de telecomunicações ou na produção de componentes para a tecnologia laser.


Utilizações


Porque os diamantes se comportam como janelas perfeitamente transparentes e não absorvem a radiação infravermelha, foram utilizados pela NASA a bordo das sondas espaciais lançadas para Vénus em 1978. As ferramentas de carboneto de tungsténio utilizadas em moinhos de aço são cortadas por ferramentas industriais de diamante. Pela sua elevada dureza, os fragmentos de cristais empregam-se para cortar o vidro. Por outro lado, o pó fino utiliza-se para desgastar e polir diamantes e outras pedras preciosas em bruto. O corte de rochas e outros materiais duros é efectuado por discos impregnados em pó de diamante.


Lapidação


O diamante em bruto tem geralmente um brilho baço ou gorduroso, antes de ser polido; cerca de 50% são considerados como «lapidáveis» (todo, ou parte do diamante pode ser utilizado em joalharia). As gemas de diamante são valorizadas pelo seu peso (quilate), talhe (que realça as propriedades ópticas da pedra), cor e limpidez (numa escala que vai do internamente sem defeitos até ao que contém uma inclusão visível a olho nu). São talhados e polidos utilizando-se uma mistura de óleo e pó de diamante. Os seus dois cortes mais famosos são em brilhante, para pedras mais espessas, e em marquise, para pedras menos espessas. A Índia é o principal centro de lapidação do mundo.


Entre os diamantes em bruto mais famosos contam-se o Cullinan, ou «Estrela de África» (3106 quilates, mais de 500 g antes da lapidação, África do Sul, 1905), o Excelsior (995,2 quilates, África do Sul, 1893) e o «Estrela da Serra Leoa» (968,9 quilates, Yengema, 1972). Famoso é também o Koh-i-noor, da Índia (279 quilates), que foi integrado na colecção de jóias da coroa britânica. No Brasil foi descoberto o Getúlio Vargas (74,5 quilates, 1938).


In http://www.universal.pt/scripts/site/newsletter/diamante.html

publicado por nelsonfq às 19:33
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