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Segunda-feira, 24 de Outubro de 2005
Datação por carbono

madeira.jpg


 Método de datação de substâncias orgânicas (madeira ou osso, por exemplo) utilizado em Arqueologia.


As plantas absorvem dióxido de carbono da atmosfera e incorporam-no nos seus tecidos. Uma parte do dióxido de carbono contém um isótopo do carbono-12 (carbono normal), chamado carbono-14, o qual é o resultado da acção dos raios cósmicos ao bombardearem o azoto com neutrões lentos. O C14 combina-se com a atmosfera para formar o carbono radioactivo. Todos os seres vivos têm nos seus corpos o C14, que obtêm directa ou indirectamente das plantas, conforme sejam herbívoros ou carnívoros.


Durante o seu período de vida, as plantas ou os animais absorvem o carbono radioactivo através do CO2 da atmosfera. Após a morte dos seres vivos, acaba esta absorção e o C14 começa a desintegrar-se num período que se conhece (metade do carbono 14 desintegra-se a cada 5730 anos); o período de tempo que decorreu desde a morte da planta ou do animal pode então ser medido em laboratório.


A desintegração de metade do peso atómico de um químico durante um determinado espaço de tempo é calculada em «meia vida». Desta forma pode calcular-se a idade de uma amostra orgânica pela desintegração do C14, da seguinte forma: 50% de C14 = 5730 anos; 25% de C14 = 11 460 anos; 12,5% de C14 = 17 190 anos; 6,25% de C14 = 22 920 anos. Este método tem, no entanto, um ponto menos favorável, que é a datação máxima que se consegue detectar ser de cerca de 20 000 anos.


O facto de, por um lado, a quantidade de C14 contida nos tecidos ser apenas 1/1000 da quantidade de C12 e, por outro, à medida que se vai desintegrando, se tornar ainda mais pequena, leva a que uma quantidade de C14 inferior a 10%, que corresponde a cerca de 20 000 anos de idade, seja dificilmente detectada pelos actuais métodos de detecção. Assim o método de datação pelo C14 só é aplicável a vestígios que tenham, no máximo 20 000 anos de idade.


A datação pelo carbono radioactivo foi desenvolvida pelo químico americano Willard Libby, em 1949. O método permite datações consistentes até 50 000 anos, mas os seus resultados requerem uma correcção, pois o pressuposto de Libby segundo o qual a concentração de carbono-14 na atmosfera é constante ao longo do tempo foi subsequentemente tido como errado.


Datas inferidas a partir de anéis de árvore demonstraram que essas substâncias anteriores a 1000 a.C. tinham sido expostas a maiores concentrações de carbono-14.
Hoje, as datas inferidas pelo carbono radioactivo são cruzadas com datas de calendário obtidas a partir de anéis de árvores, ou, para períodos mais antigos, com datas de urânio e tório obtidas a partir de corais.


O conteúdo de carbono-14 é determinado pela contagem de partículas beta através de um gás proporcional ou de um contador de cintilações utilizando um líquido, por um período de tempo. Um novo método, a espectrometria acelerada de massa (SMA), requer apenas pequenas amostras, contando directamente os átomos de carbono-14 e dispensando o seu decaimento.


Fonte: http://www.universal.pt 

publicado por nelsonfq às 18:44
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1 comentário:
De Shotas a 12 de Março de 2013 às 19:58
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