.posts recentes

. Navegue no site oficial d...

. O meu ecoponto

. Red List - Espécies Ameaç...

. Quercus defende reutiliza...

. Centrais de dessalinizaçã...

. Relatório Anual do Sector...

. Um ano depois...

. Principais dados estatíst...

. Eco-eficiência

. Aventuras no Planeta das ...

.arquivos

. Agosto 2006

. Abril 2006

. Fevereiro 2006

. Janeiro 2006

. Dezembro 2005

. Novembro 2005

. Outubro 2005

. Setembro 2005

. Agosto 2005

. Julho 2005

. Junho 2005

. Maio 2005

. Abril 2005

. Março 2005

. Fevereiro 2005

. Janeiro 2005

Terça-feira, 5 de Julho de 2005
Um buraco negro no centro da Via Láctea

O centro da Via Láctea é o lugar em torno do qual giram todas as estrelas que observamos numa noite limpa de Verão, situado a 26 mil anos-luz do nosso Sistema Solar, na direcção da constelação de Sagitário. Está densamente povoado de estrelas e de nuvens de gás que se movem a velocidades que alcançam mais de três milhões e meio de quilómetros por hora e se encontram a dez milhões de graus centígrados, impregnado por um mar de radiação gama (a mesma que se produz nos reactores nucleares) que é 250 mil vezes mais intensa do que a que recebemos na Terra.


No entanto, este lugar é invisível aos nossos olhos. A razão é bem simples: o pó interestelar; uns grãos de matéria compostos por silicatos, carbono, gelo e compostos de ferro com um tamanho da ordem do milésimo de milímetro, muito mais pequenos do que aquilo a que nós chamamos diariamente pó; parecem-se mais com as partículas de fumo de uma fogueira do que com a poeira que se acumula nos móveis.


Então, como podemos saber o que existe no centro da nossa galáxia? Graças aos radiotelescópios e aos telescópios de infravermelhos, que observam o céu em comprimentos de onda diferentes da luz visível.


Depois de quatro anos a medir os movimentos de 40 estrelas próximas dele, Andreas Eckart, professor de física experimental na Universidade de Colónia (Alemanha) e um dos guardiões do maior radiotelescópio móvel do mundo, o de Effelsberg, com um prato de cem metros de diâmetro, descobriu que as suas órbitas apenas podiam ser explicadas se ali, precisamente no centro galáctico, existisse um buraco negro de proporções ciclópicas, da ordem dos três milhões de massas solares.


In "Os Herdeiros de Einstein", SUPER INTERESSANTE, 87, Julho 2005

publicado por nelsonfq às 14:24
link do post | comentar | favorito
.mais sobre mim
.pesquisar
 
.Agosto 2006
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
24
25
26
27
28
29
30
31
.tags

. todas as tags

.links
.Fazer olhinhos
blogs SAPO
.subscrever feeds