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Quinta-feira, 20 de Janeiro de 2005
Reciclagem de Lâmpadas

A descarga de corrente eléctrica em algumas lâmpadas (lâmpadas fluorescentes e de descarga) é feita através de substância perigosas como o mercúrio, um metal pesado e tóxico que, quando inalado, provoca dificuldades de audição, de fala e de visão. Também no ambiente pode fazer estragos através da contaminação dos solos e dos lençóis freáticos. Assim, as lâmpadas fluorescentes e de descarga são um material perigoso que deve ser colocado em contentores especiais e sofrer um tratamento especial.



A AMBICARE é uma empresa de tratamento de resíduos, situada em Setúbal, que recicla as lâmpadas, permitindo a valorização de quase todos os seus componentes.



Processo de Reciclagem de Lâmpadas

O termo reciclagem de lâmpadas refere-se à sua valorização como resíduo, isto é, recuperação dos materiais seus constituintes e a sua introdução na indústria ou nas próprias fábricas de lâmpadas.
O processo de reciclagem utilizado envolve basicamente duas fases:


a) Fase de trituração


As lâmpadas usadas são introduzidas em processadores especiais para trituração  e os diversos elementos que as constituem são separados por via mecânica e electrostática para locais distintos, de acordo com o tipo de material:



  • Metal ferroso

  • Metal não-ferroso

  • Vidro

  • Pó de fósforo

  • Isolamento de baquelite


    No início do processo, as lâmpadas são quebradas em pequenos fragmentos, por meio de um processador (triturador/moinho). Isto permite separar o pó de fósforo, contendo mercúrio, dos outros elementos constituintes.

    As restantes partículas trituradas são, posteriormente, conduzidas a um ciclone por um sistema de exaustão, onde as partículas maiores, tais como vidro quebrado, terminais de alumínio e pinos de latão são separadas e expelidas do ciclone, por diferença gravítica e por processos electrostáticos.




    Os metais ferrosos (com ferro) são encaminhados para a indústria da siderurgia (indústria que produz materiais de ferro e de aço)e os metais não ferrosos (alumínio e latão) vão para a sucata. A concentração média de mercúrio nestes materiais não excede o limite de 20 mg/kg. Se o teor de mercúrio for superior a 20 ppm, os metais serão introduzidos na destiladora de forma a recuperar o mercúrio.

    O vidro recuperado, que sai triturado e perfeitamente lavado de mercúrio, é encaminhado para as indústrias da cerâmica e do vidrado (indústria que produz materiais com o aspecto brilhante e homogéneo do vidro). São feitos testes regulares por um laboratório acreditado para aferir as concentrações de mercúrio no vidro, bem como para satisfazer os requisitos da empresa receptora deste subproduto. A concentração média de mercúrio no vidro não excede 1 mg/kg.

    A poeira, contendo o pó de fósforo, rico em mercúrio, e outras pequenas partículas, é recolhida em filtros no interior do ciclone. Posteriormente, por um mecanismo de polaridade inversa, a poeira é retirada deste filtro e transferida para uma unidade de destilação para extracção do mercúrio, de modo a ser recuperado e reutilizado. O pó de fósforo resultante também pode ser reutilizado, por exemplo, na indústria de tintas.

    O isolamento de baquelite, existente nas extremidades da lâmpada, é o único componente que não é reciclado.</span>


    b) Fase de destilação de mercúrio


    A segunda fase deste processo de valorização é a recuperação do mercúrio contido no pó de fósforo das lâmpadas fluorescentes. A recuperação é obtida pelo processo de destilação, onde o material é aquecido até a vaporização do mercúrio (temperaturas acima do ponto de ebulição do mercúrio, 357 °C). O material vaporizado a partir deste processo é condensado e recolhido em recipientes especiais ou decantadores. As emissões difusas durante este processo são evitadas usando-se um sistema de operação sob pressão negativa.

    A destiladora utiliza uma câmara de vácuo para o processo de destilação. Para se conseguir uma pureza de mercúrio da ordem de 99,99%, as partículas orgânicas são transportadas pelos gases durante a vaporização do mercúrio sendo conduzidas a uma câmara de combustão onde são oxidadas.


    O mercúrio, após a destilação, é enviado para os Estados Unidos e Alemanha para ser novamente introduzido na indústria.



    Durante estas duas fases, deve-se tratar os resíduos líquidos e os gases produzidos, de modo a que o que é libertado para o ambiente seja muito inferior ao que a legislação permite.




    Artigo retirado do site  
    http://www.ambicare.com

    (Serviços > Centro de Valorização de Resíduos Perigosos contendo Mercúrio > Reciclagem de Lâmpadas Fluorescentes e de Descarga)
    AMBICARE INDUSTRIAL - Tratamento de Resíduos S.A.

  • publicado por nelsonfq às 18:03
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    Michael Faraday (1791-1867)
    faraday.jpg

    Químico e físico inglês que, em 1821, iniciou as suas experiências com electromagnetismo, descobrindo dez anos mais tarde a indução das correntes eléctricas, o que lhe permitiu construir o primeiro dínamo. Consequentemente, descobriu que um campo magnético é capaz de rodar o plano da luz polarizada. Faraday estabeleceu as leis básicas da electrólise em 1834.

    Em 1821, inventou um aparelho para demonstrar a conversão de energia eléctrica em força motora, sendo por isso referenciado como o inventor do motor eléctrico.

    Os trabalhos de Faraday em química incluíram o isolamento do benzeno de óleos gasosos, em 1835. Demonstrou o uso da platina como catalisador e mostrou a importância de superfícies e inibidores em reacções químicas.

    Faraday nasceu em Newington, Surrey, tornando-se aprendiz de um encadernador de livros — foi basicamente um autodidacta. Em 1812, iniciou os seus estudos em electricidade e elaborou a sua primeira célula eléctrica. Tornou-se assistente de laboratório de Humphry Davy no Royal Institution, em 1813, e, vinte anos depois, substituiu-o como professor de Química. Faraday apresentou conferências muito populares no Royal Institution, de 1825 a 1862. Recusou participar na preparação de gases venenosos para a guerra da Crimeia.

    Faraday realizou, em 1818, experiências com ligas de aço de elevada qualidade. Em 1820, preparou os cloretos de carbono. Três anos mais tarde, produziu o primeiro cloreto líquido e, após a produção de dióxido de carbono líquido, em 1835, utilizou-o para liquefazer outros gases.

    As leis de Faraday da electrólise estabelecem a ligação entre a electricidade e a afinidade química, um dos conceitos fundamentais desta ciência. Foi Faraday que introduziu os termos «ânodo», «cátodo», «catião», «anião», «eléctrodo» e «electrólito».

    Com o aparelho que construiu, em 1831, para a produção de indução electromagnética — que tinha sido descoberta em 1830 por Joseph Henry, (facto que Faraday desconhecia) — Faraday inventou o transformador.

    Faraday demonstrou, em 1832, que uma descarga electrostática dá origem a efeitos semelhantes aos verificados pela passagem de corrente. Cinco anos depois, demonstrou que a força electrostática é constituída por um campo de linhas de força curvas e é concebida pela capacidade indutiva específica. Continuou até chegar a afirmar que a energia de um magnete se encontra no campo que o rodeia e não nele próprio e estendeu este conceito básico de teorias de campos aos sistemas eléctricos e gravíticos.

    Finalmente, após o estudo da natureza da luz, em 1846, elaborou a teoria electromagnética da luz, que mais tarde foi desenvolvida pelo físico escocês James Clerk Maxwell.

    Artigo retirado da Biblioteca Universal
    2000 © Texto Editores
    publicado por nelsonfq às 09:32
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    Bomba Atómica
    bomba.jpg

    Bomba criada nos anos 40 nos Estados Unidos da América. Esta bomba obtinha a sua força explosiva através da fissão nuclear como resultado de uma reacção em cadeia a nível dos neutrões.
    As pesquisas começaram em Inglaterra em 1940, tendo sido transferidas para os EUA após estes terem entrado na II Guerra Mundial, no ano seguinte. Conhecido pelo nome de «Projecto Manhattan», o trabalho foi conduzido sob a direcção do físico americano Oppenheimer, em Los Alamos, no Novo México.
    Após uma explosão de teste, foram largadas duas bombas nas cidades japonesas de Hiroshima (6 Agosto de 1945) e Nagasaki (9 Agosto de 1945); a bomba largada em Hiroshima era tão potente como 12 700 toneladas de TNT e a de Nagasaki era equivalente a 22 000 toneladas. A URSS detonou pela primeira vez uma bomba atómica em 1949.
    A bomba atómica actua da seguinte forma:
    O início da explosão de uma bomba corresponde ao início de uma reacção em cadeia, que ocorre em pleno ar, ou seja, antes de cair no solo. Ao ser detonada, a temperatura do epicentro chega a milhões de graus Celsius.
    Após um tempo correspondente a 10/4 de segundo, a bomba já se transformou numa gigantesca massa gasosa, que emite grandes quantidades de radiação ultravioleta e também raios X, sendo essas radiações tão poderosas que podem destruir a retina do olho de quem olhar para a explosão directamente.
    Até aos 6 segundos, a radiação é absorvida e transforma-se numa bola de fogo, sendo que a sua evolução destrói todos os materiais inflamáveis num raio de 1 km. Após os 6 segundos, a bola de fogo chega até ao solo e começa a destruição, pois inicia uma onda de devastação que se propaga num deslocamento de ar próximo de 200 a 400 km/h.
    Dois minutos depois, a esfera de fogo toma a forma de um cogumelo, que atinge a estratosfera. As partículas radioactivas espalham-se pela atmosfera, sendo possível a sua precipitação em pontos diferentes do planeta, durante vários anos.
    O desenvolvimento da bomba de hidrogénio, em 1950, tornou a bomba atómica obsoleta.

    Artigo retirado da Biblioteca Universal
    2000 © Texto Editores
    publicado por nelsonfq às 09:31
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    Quarta-feira, 19 de Janeiro de 2005
    Saturno
    saturno.jpg

    O segundo maior planeta do Sistema Solar e o sexto a contar do Sol. É facilmente reconhecível por estar cercado por anéis equatoriais brilhantes e facilmente visíveis. Visto através de telescópios, apresenta uma cor ocre. Saturno efectua uma órbita em torno do Sol cada 29,46 anos, a uma distância média de 1 427 000 000 km. O seu diâmetro no equador é de 120 000 km, mas o seu diâmetro polar é cerca de 12 000 km menor, como resultado da rápida velocidade de rotação e da sua baixa densidade, a mais baixa de todos os planetas do Sistema Solar.

    Saturno leva cerca de 10 horas e 14 minutos a dar uma volta completa em torno do seu eixo, se a medida for tirada na equador; em latitudes mais elevadas leva 10 horas e 40 minutos. A sua massa é 95 vezes superior à massa da Terra, e o seu campo magnético é 1000 vezes mais intenso.

    Pensa-se que Saturno tem um pequeno núcleo de rocha e ferro, encerrado em gelo e envolto por uma profunda camada de hidrogénio líquido. Existem 18 luas conhecidas, a maior das quais é Titã. Os anéis, visíveis da Terra, começam a cerca de 14 000 km dos cumes das nuvens do planeta e estendem-se até cerca de 76 000 km. Constituídos por pequenos pedaços de gelo e rocha (em média com 1 m de diâmetro), os anéis têm 275 000 km de arco, mas apenas 100 m de espessura. As sondas Voyager mostraram que, na realidade, os anéis são constituídos por milhares de pequenos anéis muito próximos, semelhantes às ranhuras dos discos de vinil.

    Tal como sucede em Júpiter, a superfície visível de Saturno consiste num turbilhão de nuvens, provavelmente constituídas por amónia congelada a uma temperatura de -170 °C; no entanto estas nuvens não são tão intrigantes como as de Júpiter.

    As sondas espaciais Voyager 1 e 2 detectaram ventos que atingem os 1800 km/h. Estas sondas fotografaram numerosas pequenas luas em órbita em torno de Saturno, elevando o total de satélites para 18, mais do que os existentes em qualquer outro planeta. A maior lua, Titã, tem uma atmosfera densa.

    Quando observados da Terra, os anéis de Saturno parecem divididos em três secções principais. O anel A, o mais exterior, é separado do anel B, o mais brilhante, pela divisão de Cassini (que deve o nome ao seu descobridor, o astrónomo italiano Giovanni Cassini), com 3000 km de largura; o anel interior, o anel transparente C, é também designado por anel de Crepe. Cada pequeno anel do sistema de anéis é constituído por um enxame de partículas geladas como bolas de neve, com diâmetros que podem ir de apenas alguns centímetros a alguns metros. Para lá do anel A existe o estreito e ténue anel F, que as sondas Voyager mostraram ser trançado ou torcido. Os anéis de Saturno poderão ser restos de uma lua estilhaçada ou poderão ter sempre existido na sua presente forma.


    Artigo retirado da Biblioteca Universal
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    publicado por nelsonfq às 17:11
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    publicado por nelsonfq às 16:45
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