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Sexta-feira, 29 de Abril de 2005
Plasma, Fusão Nuclear e Produção de Energia Eléctrica

O plasma é um gás ionizado no qual, em vez de átomos, existem iões positivos e electrões livres que se libertaram da força atractiva do núcleo.


O plasma forma-se nas estrelas durante as reacções químicas de fusão nuclear, que ocorrem a uma temperatura que ronda os 10 milhões de graus centígrados. Durante a fusão nuclear ocorre libertação de energia que é responsável pela energia das estrelas.


O plasma é o quarto estado da matéria que os físicos tentam reproduzir em laboratório. Para formar o plasma são precisos reactores de fusão bastante complexos, que utilizam dois isótopos do hidrogénio: o deutério, que pode ser extraído da água, e o trítio, que poderá ser produzido a partir de um metal, o lítio, leve e abundante na natureza. Na prática, basta um grama deste combustível para produzir energia equivalente à libertada por 11 toneladas de carvão.


A energia libertada pela fusão nuclear pode ser utilizada para produzir energia eléctrica. Para isso, a energia tem que ser captada por um circuito comutador de calor, de modo a aquecer um líquido e a transformá-lo em vapor. Este vapor vai fazer mover as turbinas, que produzem energia eléctrica.


Ver os sites:
Centro de Fusão Nuclear do Instituto Superior Técnico > http://www.cfn.ist.utl.pt/pt 
Agência Internacional de Energia Atómica > http://www.iaea.org

publicado por nelsonfq às 15:01
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Quarta-feira, 27 de Abril de 2005
Direcção Geral de Geologia e Energia (DGGE)

A Direcção Geral de Geologia e Energia (DGGE) é o órgão da Administração Pública Portuguesa com responsabilidade pela concepção, promoção e avaliação das políticas relativas à energia e aos recursos geológicos.


http://www.dge.pt


Ver também o site da Agência Municipal de Energia de Sintra: http://www.ames.pt

publicado por nelsonfq às 16:55
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Cometas

cometa.jpg 
Pequeno corpo gelado que orbita o Sol, normalmente numa órbita elíptica. Um cometa é constituído por um núcleo central, com alguns quilómetros de diâmetro, comparável a uma bola de neve suja, já que consiste, principalmente, em gelo misturado com poeira. À medida que o cometa se aproxima do Sol, o núcleo aquece, libertando gás e poeira e formando uma ténue coma, ou cabeleira, que envolve o núcleo e que pode atingir uma extensão de 100 000 km. Gases e poeiras que se afastem da cabeleira dão origem a uma ou mais caudas, que podem estender-se por milhões de quilómetros.


Acredita-se que o aparecimento dos cometas se tenha dado durante o nascimento do sistema solar; pensa-se ainda que mil milhões de cometas se encontrem num halo, (a nuvem de Oort), para além de Plutão. O efeito gravitacional da passagem de algumas estrelas empurra alguns cometas em direcção ao Sol, que se tornam, assim, visíveis da Terra. Muitos cometas giram à volta do Sol mas regressam ao espaço distante, não voltando a ser vistos por milhares de milhões de anos. No entanto, existem os chamados cometas periódicos, que sofrem alterações de órbita devido ao impulso gravitacional dos planetas, podendo aparecer em períodos de 200 anos ou menos.


Dos cerca de 800 cometas cujas órbitas foram calculadas, cerca de 160 são periódicos. O mais brilhante é o cometa de Halley. O que tem o período conhecido mais curto é o cometa de Encke, com uma órbita em torno do Sol de 3,3 anos. Todos os anos são descobertos mais de uma dúzia de cometas, muitos dos quais por astrónomos amadores.


Ao longo dos anos tem sido acumulada uma grande quantidade de dados sobre cometas e suas órbitas. Grande parte dos dados obtidos é compatível com a hipótese da sua origem num reservatório de material apropriado, nos confins do sistema solar. Esse material e os aglomerados em que se agrega movem-se em torno do Sol, em órbitas de períodos longos, sendo poucos os que têm periélios inferiores a 50 unidades astronómicas. Ocasionalmente, algumas das órbitas são perturbadas, tanto por acção mútua como por acção das estrelas, de tal forma que os aglomerados a elas associados passam demasiadamente perto do Sol para serem visíveis como cometas.


Os cometas dividem-se em duas classes, de acordo com o seu período orbital: os que têm períodos inferiores a 200 anos, conhecidos como cometas de período curto, e os restantes, conhecidos como cometas de período longo. As órbitas dos cometas de período longo são inclinadas, formando qualquer ângulo, relativamente à eclíptica, e são, em número equivalente, directos e retrógrados. Por outro lado, os cometas de período curto movimentam-se, principalmente, em órbitas directas próximas do plano médio do sistema solar e têm distâncias de afélio próximas às da órbita de Júpiter. Estes cometas são, por vezes, referidos como membros da família de Júpiter, existindo outras famílias semelhantes, mas menos numerosas, associadas a outros planetas importantes. Existem poucas dúvidas de que os cometas até hoje capturados sejam de período longo. O Catálogo das Órbitas dos Cometas, de B.G. Marsden, compilado em 1972, refere 97 cometas de período curto e 503 de período longo. A maior parte dos cometas tem o nome dos seus descobridores, sendo ordenados alfabeticamente e anualmente, mas são subsequentemente numerados segundo a sua passagem pelo periélio; por exemplo, o cometa Arend-Roland era o 1956 h mas passou a ser o 1857 III. Algumas órbitas de período longo são tão parecidas que se acredita que correspondam a fragmentos de um cometa maior, que se tenha dividido ao passar perto do Sol. Entre estes grupos, o mais conhecido é o dos cometas «rasantes ao Sol» que inclui o Grande Cometa de 1668, o 1843 I, o 1880 I, o 1882 II, o 1887 I, o 1945 VII, o 1963 V, o 1965 VIII, o 1970 VI e, possivelmente, mais um ou dois. Estes cometas passaram através da coroa solar e tornaram-se suficientemente brilhantes perto do periélio para se tornarem visíveis à luz do dia. Existem poucos cometas de período curto com caudas notáveis, presumivelmente porque terão perdido a maior parte do material volátil. Alguns desintegram-se e não voltarão a ser vistos; no entanto, fragmentos remanescentes podem originar chuvas de meteoros periódicas.


Artigo retirado da Biblioteca Universal da Texto Editores

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publicado por nelsonfq às 15:57
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Sábado, 23 de Abril de 2005
Energia Solar Fotovoltaica nos Edifícios

Cada vez mais investigadores alertam para a necessidade de encontrar nas energias renováveis uma alternativa real e fiável às formas convencionais de produção de energia eléctrica. As obrigações legais impostas pelas directivas comunitárias e pelo protocolo de Quioto, apenas reforçam esta necessidade.


Os sistemas solares fotovoltaicos são um bom exemplo de como se podem aproveitar os recursos renováveis. Portugal é um dos países da Europa com maior disponibilidade de radiação solar, verificando-se um número médio anual de horas de sol entre 200 a 300 horas, o que equivale a cerca de 14 a 17 MJ/m2 de energia solar por dia . Deste modo, Portugal possui excelentes condições para a utilização dos sistemas solares fotovoltaicos.


Os investigadores, acreditam que os pequenos sistemas de armazenamento da energia solar  (abaixo de 1MW), instalados nos edifícios, podem ser o futuro dos países desenvolvidos. As mega centrais começam a deixar de fazer sentido.


A combinação entre a energia solar fotovoltaica e a energia solar térmica é outra possibilidade. Por exemplo, a água de um edifício pode ser aquecida através de um painel solar térmico e ao mesmo tempo pode produzir-se electricidade a partir de um painel solar fotovoltaico. E é possível ainda fazer arrefecimento com a energia solar.


Actualmente, 90% da energia consumida provém dos combustíveis fósseis e apenas 10% resulta de fontes renováveis de energia. Até 2010, Portugal tem que aumentar este valor para 39%, e no que diz respeito à energia solar fotovoltaica, esta terá que produzir pelo menos 150 MW.


Informações recentes levam a crer que neste momento já temos cerca de 140MW para se ligarem à rede o que significa que estaríamos a 10 MW. Aparentemente há um pedido de mais de 100 MW, portanto duplicaríamos eventualmente a meta antes de chegarmos a 2010.


O valor da electricidade produzida em sistemas pequenos e entregue à rede ronda os 50 cêntimos por kW – quatro vezes mais do que aquilo que pagamos nas nossas casas por cada unidade de electricidade que consumimos.


A Escola Alemã em Lisboa é já um exemplo da utilização de sistemas fotovoltaicos integrados em edifícios. Uma iniciativa que partiu do governo alemão para promover o programa “Telhados solares em escolas e instituições alemãs no estrangeiro”. Esta escola já consome energia solar térmica há cerca de 10 anos.


Agora foi a vez de apostar na fotovoltaica, utilizando dois tipos de tecnologias: painéis policristalinos e também de silício amorfo. Estes diferem na forma como são elaborados, na sua construção e claro, o custo dos painéis também é diferente. Os painéis de silício amorfo são  a solução mais económica, apesar de ocuparem o dobro da área dos painéis policristalinos. Estes, além de ocuparem menos espaço, são mais eficientes na conversão da radiação solar em energia eléctrica por metro quadrado


Este projecto traz ainda mais novidades...A Escola Alemã vai utilizar uma parte da produção de electricidade para consumo próprio a outra será exportada para a rede eléctrica nacional...o lucro vai suportar bolsas de mérito para os alunos. Um exemplo que podia ser seguido por outras escolas do país.


O problema reside no facto de muita gente ainda desconhecer o potencial desta fonte de energia renovável.


In http://2010.flmid.com


Ver também os sites:
Centro de Estudios de la Energía Solar > www.censolar.org
> Empresa brasileira de aquecedores solares > http://www.astrosol.com.br

> www.otrasenergias.com

publicado por nelsonfq às 03:38
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Sexta-feira, 22 de Abril de 2005
Ausência de Gravidade

A ausência de gravidade pode ser sentida num voo parabólico.


Para realizar este voo, a aeronave descreve uma parábola durante 20 segundos. Para isso, sobe num ângulo de 45 graus e, quando atinge o máximo de altitude, os motores são desligados de modo a que a aeronave descreva um arco antes de voltar a descer em queda controlada.
 
Durante os 20 segundos, que poderão parecer uma eternidade, a tripulação vai sentir-se leve como uma pena, começando a flutuar, ou seja, vai estar num ambiente semelhante ao de ausência de gravidade.


Estes voos são utilizados para se realizar experiências científicas.


In http://2010.flmid.com 


 

publicado por nelsonfq às 13:51
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Segunda-feira, 18 de Abril de 2005
Hydrogen3

Hydrogen3 é um automóvel construído pela General Motors que baseia-se na versão de um dos veículos da Opel – o Zafira - com 5 lugares. Quem observar atentamente o motor, certamente reparará nas diferenças. Na verdade, existe uma pilha (que não é mais do que um bloco de 200 células de combustível ligadas em série), que alimentam um pequeno motor eléctrico de 82 cavalos. Este sistema permite que o veículo atinja uma velocidade máxima de 160 km/h e uma aceleração dos 0 aos 100 km/h em cerca de 16 segundos.


O próximo passo é melhorar a forma como se armazena o hidrogénio. Neste momento, existem 2 soluções: a armazenagem através de baixíssimas temperaturas (a mais de 250 graus negativos) e a armazenagem com elevada pressão. Portanto, restam agora os aperfeiçoamentos, uma vez que o funcionamento da célula de combustível (fuel cell) está perfeitamente definido e provado. E este carro demonstra isso.


Nestas células, o hidrogénio e o oxigénio reagem separadamente num processo electroquímico, com a ajuda de um catalisador, produzindo água. A maior parte da energia química gerada durante esta reacção é, então, convertida em energia eléctrica.


Assim, o hidrogénio e as células de combustível estão de facto a contribuir para o futuro da mobilidade automóvel.


Ver o site http://www.ap2h2.pt


 

publicado por nelsonfq às 14:54
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Sexta-feira, 15 de Abril de 2005
Veículos Solares

Um veículo solar é um veículo eléctrico que utiliza a energia solar para se movimentar.


Na parte superior de um veículo solar existem células solares. Estes pequenos rectângulos de um material muito especial captam a energia solar e produzem energia eléctrica. Esta electricidade é utilizada para accionar o motor do veículo, tal como a energia eléctrica de uma tomada de electricidade acciona uma máquina de lavar roupa, mas também pode ser armazenada numa bateria para ser utilizada quando não há luz solar.


Os veículos solares são muito leves e são parecidos com as asas de um avião. Têm esse aspecto para reduzirem a resistência à deslocação, devido ao atrito com o ar,  e circularem mais rapidamente com menos potência. Um veículo de corrida a energia solar precisa de ser o mais leve e aerodinâmico possível para andar mais rápido. Além disso, não produz ruído quando circula. Faz apenas um ruído idêntico a um “carrinho de um campo de golf”.


Por exemplo, o Nuna 2 pesa apenas 250 kg e pode atingir  a velocidade máxima de 170 km/h.


 


Existe uma competição mundial de automóveis solares, que se realiza de dois em dois anos na Austrália.


 


In http://www.nuna2.com


 

publicado por nelsonfq às 14:02
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Quinta-feira, 14 de Abril de 2005
Autocarros Eléctricos: uma alternativa de mobilidade sustentável

Os mini-autocarros eléctricos, conhecidos por "Gulliver", são alimentados por duas baterias de chumbo com uma autonomia de quatro a seis horas. Estes veículos que apenas utilizam a energia eléctrica não emitem qualquer gás poluente. Foram adoptados em algumas capitais europeias para a circulação nos centros urbanos e nas zonas históricas onde normalmente os outros transportes não podem transitar.


Mas apesar da consciencialização das pessoas quanto às questões ambientais, ainda existem alguns motivos que levam à pouca adesão por parte dos municípios.


Para além do preço dos mini-autocarros, o carregamento das baterias é ainda uma limitação porque as baterias têm uma autonomia de 4/6 horas, ou seja, no meio do dia torna-se necessário trocar as baterias. Num futuro próximo existirão baterias que permitam um dia inteiro de operação sem as trocar.


De facto, qualquer veículo eléctrico apresenta o problema da falta de fichas na via pública e nos parques de estacionamento, o que impede o carregamento das baterias e reduz a mobilidade destes veículos.


O principal desafio dos investigadores é desenvolver baterias melhores com um preço reduzido para tornar as viaturas eléctricas acessíveis a todos. Este desafio diz respeito tanto a carros particulares como aos mini-autocarros eléctricos.


Coimbra, Portalegre, Bragança, Viseu e Viana do Castelo foram as primeiras cidades a aderirem aos mini-autocarros eléctricos que, por serem pequenos, representam uma maior mobilidade para os cidadãos na deslocação dentro da cidade (principalmente na zona histórica), além de se tratarem de veículos que respeitam o meio ambiente, por utilizarem uma energia não poluente.


 


Para além dos carros eléctricos, existem os carros híbridos que têm um motor normal de combustão térmico e também um motor eléctrico). O resultado é uma diminuição de emissões de CO2 e uma poupança de combustível. Já há vários modelos disponíveis no mercado e o preço é semelhante a um carro da mesma cilindrada com motor a gasolina porque um veículo híbrido paga menos 40 por cento de imposto automóvel.


 


Ver também os sites:

Associação Portuguesa do Veículo Eléctrico -> http://www.apve.pt


Direcção Geral de Transportes Terrestres  -> http://www.dgtt.pt


 

publicado por nelsonfq às 18:46
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Terça-feira, 12 de Abril de 2005
Centrais Fotovoltaicas (Centrais Solares)

As energias renováveis têm de representar 39 por cento do consumo em Portugal até 2010. A meta é ambiciosa, mas tem de ser cumprida. Ao fotovoltaico foi atribuída uma quota de 150 MW. Esse valor poderá ser alcançado com a construção da mega central projectada para o Alentejo, mas também com a ajuda de micro-centrais fotovoltaicas espalhadas pelo país.


A maior central de energia solar do mundo vai ser construída no Baldio das Ferrarias, na Amareleja, concelho de Moura. A escolha não foi por acaso: este é o local do planeta com maior número de horas de sol.


Mais de 100 hectares de painéis solares fixos e móveis – uma dimensão 12 vezes superior ao maior projecto actualmente existente na Alemanha – vão produzir 64 MW de energia.


O sistema folovoltaico converte a energia solar em electricidade devido ao seu material semi-condutor. Com a ajuda de um conjunto de baterias pode-se armazenar a energia eléctrica produzida ou então optar por injectá-la directamente na rede eléctrica.


A construção da central vai ser feita em três fases, como explica José Oliveira: “Vai ser feita ao longo de cinco anos, mas vamos injectar primeiro na rede 2,8 MW, porque aqui na subestação da Amareleja não há capacidade para receber mais energia. Depois tem uma segunda fase que vamos conseguir injectar 14,8 MW na subestação de Moura e finalmente em Outubro de 2006 vai estar pronta a subestação de Alqueva que permite injectar finalmente os 64 MW.


A divulgação da central fotovoltaica de Moura já foi iniciada com a colocação de microcentrais solares em três escolas do concelho, com potência somada de 75 KW.
O objectivo é criar nos alunos o interesse pelas energias limpas e ao mesmo tempo beneficiar os estabelecimentos de ensino, que vendem a energia produzida à Rede Eléctrica Nacional naquilo que é apenas o início de um megaprojecto.


Também será instalada em Moura uma fábrica de painéis fotovoltaicos, entre outras indústrias.


Enquanto se espera pelo arranque da central de Moura, vão surgindo pequenas instalações solares. No concelho de Barcelos, já entrou em funcionamento a primeira Microcentral Fotovoltaica ligada à rede eléctrica nacional, que vende a energia eléctrica produzida à EDP. A instalação é propriedade da COEPTUM Engenharia e foi concebida em colaboração com a Suntechnics – uma empresa alemã. O sistema é completamente automático e não necessita de técnicos em permanência no local.


Apesar destas iniciativas, há quem não acredite que o país consiga, em tão pouco tempo, passar a produzir, através de fontes renováveis, quase 40% de toda a energia eléctrica que consome. Mesmo com a ajuda do Alqueva e de outras barragens, dos muitos parques eólicos licenciados e da Maior Central Solar do mundo!!!


Artigo retirado do site http://2010.flmid.com

publicado por nelsonfq às 19:28
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Segunda-feira, 11 de Abril de 2005
Hidrogénio: o combustível alternativo do futuro

O hidrogénio é o combustível alternativo do futuro.


Os investigadores da General Motors dizem-se preparados para comercializar veículos a hidrogénio já a partir de 2010, mas até lá é preciso estabelecer custos, definir formas de produção e saber como levar o hidrogénio até às estações de serviço. Isto além da necessidade de convencer as gasolineiras a entrar num negócio que ainda vive à sombra do petróleo.


Certa é já a intenção do Laboratório de Ambiente Marinho e Tecnologia, nos Açores, de criar uma central de produção de hidrogénio na ilha Terceira, que deverá ficar situada na Serra do Cume. Os Açores têm uma vantagem muito forte na área do hidrogénio, pois produzem excesso de energia renovável. E quando a energia renovável é excedentária, uma forte aplicação dessa energia é na produção de hidrogénio. Portanto, os Açores surgem como uma grande potência para poder produzir hidrogénio.



Assim, os Açores esperam ter autocarros movidos a hidrogénio (H2 Bus) a circular na ilha, tal como acontece no Porto com o projecto europeu «Cute», que pretende estimular a produção de energias alternativas que libertem a Europa da dependência dos combustíveis fósseis e contribuir para a melhoria da qualidade do ar através da diminuição de emissões poluentes estipulada no Protocolo de Quioto. Esta experiência decorre em 8 cidades europeias e, no caso português, os Serviços de Transportes Colectivos do Porto aderiram ao projecto com 3 autocarros. Estes autocarros são veículos ecológicos pois não emitem nenhum gás poluente.


Os H2 Bus estão a operar neste momento e com índices de fiabilidade que, obviamente, ainda não são a 100 por cento. Os protótipos vão surgindo, mas é preciso criar um clima que permita o entendimento entre os construtores de automóveis e as empresas petrolíferas, de forma a satisfazerem as necessidades dos consumidores. Dizem os especialistas que tal deverá acontecer a partir de 2015.


Ver o site da Associação Portuguesa para a Promoção do Hidrogénio: http://www.ap2h2.pt


Ver o site do projecto europeu «Cute»: http://www.fuel-cell-bus-club.com


Ver O Curioso > Janeiro 2005 > Pilhas de Combustível (http://nelsonfq.blogs.sapo.pt/arquivo/2005_01.html)

publicado por nelsonfq às 14:53
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