.posts recentes

. Navegue no site oficial d...

. O meu ecoponto

. Red List - Espécies Ameaç...

. Quercus defende reutiliza...

. Centrais de dessalinizaçã...

. Relatório Anual do Sector...

. Um ano depois...

. Principais dados estatíst...

. Eco-eficiência

. Aventuras no Planeta das ...

.arquivos

. Agosto 2006

. Abril 2006

. Fevereiro 2006

. Janeiro 2006

. Dezembro 2005

. Novembro 2005

. Outubro 2005

. Setembro 2005

. Agosto 2005

. Julho 2005

. Junho 2005

. Maio 2005

. Abril 2005

. Março 2005

. Fevereiro 2005

. Janeiro 2005

Quarta-feira, 25 de Maio de 2005
Fumar mata e causa dependência

tabaco.jpg


Os cigarros são feitos principalmente de folhas de tabaco, mas também contêm outros ingredientes, tais como aromatizantes, pigmentos e colas.


 


O fumo do cigarro contém mais de 4000 substâncias químicas, entre elas a nicotina, o alcatrão, o monóxido de carbono, o benzeno, as nitrosaminas, o formaldeído e o cianeto de hidrogénio. Muitas dessas substâncias são cancerígenas ou tóxicas. Quando se fuma, essas substâncias são inaladas, penetrando na circulação sanguínea e afectando vários órgãos.


 


A nicotina, chega ao cérebro em menos de sete segundos. No cérebro, desencadeia várias reacções químicas ao nível dos neurónios (nomeadamente a libertação da dopamina), produzindo uma sensação de bem estar e um efeito estimulante ou até relaxante. Por isso, a nicotina é considerada uma substância psicotrópica, uma vez que actua sobre o estado mental humano. Finalmente, o fumador acaba por ficar dependente da nicotina, para obter essas sensações estimulantes ou relaxantes. Assim, a nicotina é considerada uma droga dura. 


 


Os números relativos ao alcatrão, nicotina e monóxido de carbono, impressos nos maços de cigarros, mostram os teores médios por cigarro, de acordo com os resultados de testes mecânicos, segundo as normas internacionais. No entanto, não reflectem necessariamente as quantidades inaladas ao fumar, uma vez que as pessoas não fumam como as máquinas usadas nos testes. Esses números dão também indicações sobre a intensidade e o aroma do cigarro.


 


A quantidade de nicotina e de alcatrão que é efectivamente inalada varia de pessoa para pessoa, dependendo do modo de fumar. A quantidade será maior se, por exemplo, o número de inalações for maior e se estas forem mais profundas.


 


Os cigarros com valores mais baixos de alcatrão, nicotina e monóxido de carbono não são menos prejudiciais.


 


Fumar causa ou aumenta o risco de muitas doenças graves e fatais, incluindo o cancro de pulmão, doenças do coração e enfisema.


 


O consumo de cigarros durante a gravidez também pode prejudicar gravemente o bebé.


 


O tabaco mata um em cada dois consumidores, mas também prejudica gravemente os fumadores passivos. De facto, a exposição ao fumo do cigarro de outras pessoas causa ou aumenta o risco de doenças em não fumadores, principalmente se forem crianças.


 


Portugal foi o país europeu que registou o maior aumento de mortes por cancro do pulmão nos homens entre os 35 e os 54 anos de idade na década de 90. Em todo o mundo, o tabaco é responsável por uma morte em cada 6,5 segundos.


 


Se estiver preocupado com os efeitos do consumo de tabaco na sua saúde, deve parar de fumar.


 


In http://www.philipmorrisinternational.com/pages/por_PT/Default.asp


 


> Frases inscritas nos maços de tabaco:


 


Fumar causa elevada dependência. Não comece a fumar.


Fumar pode provocar morte lenta e dolorosa.


Se está grávida, fumar prejudica a saúde do seu filho.


Fumar prejudica gravemente a sua saúde e a dos que o rodeiam.


Proteja as crianças, não as obrigue a respirar o seu fumo.


Fumar provoca envelhecimento da pele.


Fumar pode reduzir o fluxo de sangue e provoca impotência.


Fumar pode prejudicar o esperma e reduz a fertilidade.


Fumar provoca o cancro pulmonar mortal.


Deixar de fumar reduz os riscos de doenças cardiovasculares e pulmonares mortais.


Fumar bloqueia as artérias e provoca ataques cardíacos e enfartes.


O seu médico ou o seu farmacêutico podem ajudá-lo a deixar de fumar.



> Help - Para uma vida sem tabaco (campanha da União Europeia para a prevenção e o abandono do consumo de tabaco) > http://www.help-eu.com


 


> Dia Mundial do Não Fumador: 31 de Maio


 


 


 

publicado por nelsonfq às 15:53
link do post | comentar | favorito
Cuidado com as fugas de água!

torneira_mal_fechada.jpg 
46 L, 2088 L, 4512 L, 16 400 L, 33984 litros... é muita água. 
A água é um bem precioso, poupe-a!

publicado por nelsonfq às 15:37
link do post | comentar | favorito
Segunda-feira, 23 de Maio de 2005
Extremófilos

Os extremófilos são microrganismos que vivem em ambientes extremos, insuportáveis à maioria dos seres vivos.
Podem ser organismos:
> Termófilos , quando vivem em ambientes com temperaturas entre 70-120 ºC, como nas fontes hidrotermais oceânicas de origem vulcânica (por ex. nos quatro campos termais situados a sul dos Açores, na cadeia montanhosa submarina denominada Crista Média Atlântica);
> Acidófilos, quando vivem em meios muito ácidos;
> Alcalófilos, quando vivem em meios muito básicos como a soda cáustica;
> Psicrófilos, quando vivem em temperaturas muito baixas do Árctico e do Antárctico;
> Halófilos, quando vivem nas salinas;
> Barófilos, quando vivem a pressões muito elevadas como nas fossas submarinas, a muitos quilómetros de profundidade, resistindo a pressões elevadas.


Há organismos que combinam mais de um tipo de extremofilia. Um organismo que foi isolado nos Açores é termófilo e halófilo, isto é, gosta de sal e de temperaturas elevadas; outro é termo-acidófilo, por gostar de temperaturas elevadas (80º) e de meios ácidos, de pH=2 (se colocarmos o dedo neste tipo de ambiente ficamos queimados!).


As condições em que vivem os extremófilos, letais para o ser humano, fazem com que investigadores, em todo o mundo, estudem a biologia e a bioquímica destes organismos. Por exemplo, a maioria das enzimas degradam-se aos 40-50 ºC, mas as enzimas dos extremófilos não, pelo que pode-se utilizar o conhecimento da estabilidade destas enzimas para desenhar proteínas mais estáveis.


In http://2010.flmid.com/

publicado por nelsonfq às 14:35
link do post | comentar | favorito
Protocolo de Quioto

mundonasmaos.jpg
No dia 16 de Fevereiro de 2005 entrou em vigor o Protocolo de Quioto, que estabelece as primeiras reduções de gases de efeito de estufa até 2008-2012 nos países desenvolvidos. Portugal comprometeu-se, entre outros, a:

- 39% de consumo bruto de electricidade ser de base renovável;
- a reduzir em 27 % os gases de efeito de estufa. Em 2002 estávamos 40,5% acima dos emissões de 1990 – 13,5% acima dos 27% autorizados.

Os países que não conseguirem cumprir as suas metas estarão sujeitos a penalidades, já que o aumento da concentração de gases com efeito de estufa na atmosfera contribui para o aquecimento global, que tem como consequências as alterações climáticas constatadas no planeta, afectando o ambiente e a saúde pública.


Protocolo de Quioto

O protocolo de Quioto surgiu de uma reunião conhecida oficialmente pela Terceira Conferência das Partes da Convenção Quadro das Nações Unidas sobre Alterações Climáticas e teve lugar de 2 a 11 de Dezembro de 1997 em Quioto no Japão. Esta conferência, onde participaram cerca de 160 entidades governamentais de todo o mundo, teve como principal objectivo a adopção de um protocolo legalmente vinculativo em que 39 países se comprometeram a limitar durante o período de 2008-2012 as suas emissões de gases com efeito de estufa na atmosfera. Em termos globais, a redução deverá ser de cerca 5%.



As negociações foram de uma extrema complexidade já que a economia mundial está fortemente alicerçada no consumo de combustíveis fósseis. Para que muitos países cumpram o estabelecido no protocolo, muito provavelmente terão que suportar reduções mais ou menos acentuadas do respectivo Produto Interno Bruto. Para ultrapassar esta situação é necessário que haja um esforço de consciencialização global sobre a importância do problema.


Quais os principais gases de efeito de estufa?


- Dióxido de carbono (CO2)
- Metano (CH4)
- Óxido nitroso (N2O)
- Hidrofluorcarbonetos (HFCs)
- Hidrocarbonetos perfluorados (PFCs)
- Hexafluoreto de enxofre (SF6).


Quais são os países mais responsáveis pelas emissões de gases de efeito estufa?


Os Estados Unidos são apontados como responsáveis por 25 por cento das emissões destes gases, sendo que ao nível do CO2, a mais perigosa das substâncias, os EUA serão, responsáveis pela emissão de 36,1 por cento do dióxido de carbono para a atmosfera. Em 1990, os países em vias de desenvolvimento eram responsáveis pela emissão de 63 por cento do dióxido de carbono para a atmosfera.

A União Europeia emite 24,2 por cento do CO2 para a atmosfera, enquanto o Japão é responsável pela emissão de 8,4 por cento do gás.
O Japão é o segundo país mais industrializado do mundo e é responsável pela emissão de oito por cento das emissões dos gases de efeito estufa.



Quais são os mecanismos para o cumprimento do protocolo?


Implementação Conjunta: quando uma entidade de um país realiza projectos para reduzir as emissões noutro país que já tem os mesmos objectivos de redução. Os dois países têm interesses em gerar créditos que, em 2012 serão certificados e repartidos entre esses dois países.

Mecanismo de Desenvolvimento Limpo: quando um país realiza projectos para reduzir as emissões noutro país, mas desta vez em vias de desenvolvimento, onde os custos para a operação podem ser mais baixos. As emissões que forem reduzidas também serão certificadas por uma terceira parte que emitirá créditos correspondentes. Estes serão distribuídos pelos dois países.
Comércio de Emissões: trata-se da transação de licenças ou de vender o direito a emitir a outra empresa noutro país. No final, contabilizam-se as licenças suficientes para cobrir as emissões efectuadas. É um comércio que funciona antes de se poluir.

Outros recursos passam pela utilização de períodos de compromisso de vários anos em vez de um ano só, a inclusão de um pacote de seis gases ao invés de um centramento apenas no dióxido de carbono e a permissão de receber créditos pela absorção de dióxido de carbono pelas florestas e terras de cultivo.



Quais as metas estabelecidas para redução dos gases
com efeito de estufa em alguns países?


Portugal: redução de 27 por cento


Alemanha: redução de 21 por cento
Austrália: até 8 por cento de emissões
Espanha: até 15 por cento de emissões
França: estabilização das emissões em zero
Itália : redução de 6,5 por cento
Japão: redução de 6 por cento
Polónia: redução de 6 por cento


In http://lage.dei.uc.pt/~quioto/


Ver outros sites:
> The climate action network
>
Quercus
>
Portal das energias renováveis
>
Portal Ambiente online
>
APREN
>
APDEE
>
Resolução do Conselho de Ministros n.º59/2005
>
Ordem dos Engenheiros
>
União Europeia

publicado por nelsonfq às 14:01
link do post | comentar | favorito
Quinta-feira, 12 de Maio de 2005
Dia Meteorológico Mundial - 23 de Março

imp.gif 


O Dia Meteorológico Mundial (23 de Março) comemora a criação da Organização Meteorológica Mundial (OMM), agência especializada das Nações Unidas para a Meteorologia. Um dos grandes objectivos da OMM é trabalhar no sentido de uma importante redução da taxa de mortalidade associada aos desastres naturais de origem meteorológica, hidrológica e climática.



Para este ano, o tema escolhido para a comemoração do Dia Meteorológico Mundial foi “O Tempo, o Clima, a Água e o Desenvolvimento Sustentável”.


 


O desenvolvimento sustentável da sociedade baseia-se em três pilares essenciais: crescimento económico, desenvolvimento social e protecção dos recursos naturais e do ambiente.


 


Nos últimos anos, a sociedade tem mostrado maior preocupação pela degradação do ambiente associado ao desenvolvimento das sociedades. De facto, têm surgido novos problemas ambientais que ameaçam o desenvolvimento sustentável, tais como:


> o aumento da concentração na atmosfera de gases produtores do efeito de estufa,


> a rarefacção da camada do ozono estratosférico;


> a diminuição dos recursos de água doce;


> o aumento da poluição da atmosfera e da água;


> as alterações climáticas (fenómenos meteorológicos e climáticos extremos que incluem, por exemplo, os ciclones tropicais, as cheias, a seca e as vagas de calor em vários pontos do mundo).


 


Embora ninguém consiga controlar o tempo, a existência de observações rigorosas e de previsões com elevado grau de acerto, que permitam a emissão de avisos mais fiáveis sobre fenómenos de mau tempo, podem aumentar rapidamente as probabilidades das pessoas viverem em relativa segurança, construindo vidas mais confortáveis e protegendo com maior eficácia preciosos recursos naturais.


 


O Instituto de Meteorologia preparou as seguintes palestras sobre “O Tempo, o Clima, a Água e o Desenvolvimento Sustentável”:


 


 


» Clima, Variabilidade e Alterações Climáticas


 


> Estará o Clima a mudar?


A temperatura média global à superfície aumentou aproximadamente 0.6ºC (0.4 –0.8°C) desde o fim do século .XIX até ao presente. Em Portugal, desde a década de 1970, a temperatura média subiu a uma taxa de cerca de 0.5ºC/década, mais do dobro da taxa de aquecimento observada para a temperatura média mundial.


 


> Vigilância e a Variabilidade do clima?


Em Portugal, o aumento da temperatura média é acompanhado por uma alteração na frequência de dias muito quentes e por uma diminuição na frequência de dias muito frios. Nos últimos 25 anos verificou-se uma intensificação da frequência de secas, em particular nos meses de Fevereiro a Abril.


 


» Clima Urbano e o Desenvolvimento Sustentável


 


> O que é o TEMPO?


Tempo é um estado “instantâneo” da atmosfera e a sua evolução num período de tempo muito curto “dias”, num determinado local e descrita através de diferentes parâmetros: pressão, temperatura, humidade e vento.


 


> O que é o CLIMA?


Clima é o conjunto de todos os estados que a atmosfera pode ter num determinado local, durante um tempo longo, mas definido. Este intervalo de tempo durante o qual podemos dizer que existe um determinado tipo de clima é escolhido como “suficientemente longo”, em geral 30 anos.


 


> O que é o CLIMA URBANO?


Clima urbano é o resultado das interacções entre factores naturais e antropogénicos. A poluição do ar, os materiais de revestimento das cidades e as emissões de calor, associadas a causas naturais, provocam diferenças de clima entre as zonas urbanas e rurais.


 


> Qual a relação entre Clima Urbano e Desenvolvimento Sustentável?


Quando uma cidade se desenvolve, novos parâmetros são adicionados às características naturais para modificar o clima local e contribuir para a formação do clima urbano. O desenvolvimento das cidades deverá ser planeado de forma a limitar os impactos negativos dos factores naturais e antropogénicos. Dever-se-á, por exemplo escolher os locais estratégicos para construção de habitações, espaços verdes; as zonas industriais devem ser instaladas tendo em conta os ventos dominantes de modo a que a poluição emitida seja levada para longe das cidades e não na sua direcção. O que se enquadra no conceito de desenvolvimento sustentável.


 


 


» O Tempo e os Desastres Naturais


 


> A Vigilância Meteorológica é…?


- o acompanhamento permanente do estado da atmosfera e dos fenómenos que estão a ocorrer através dos meios de observação (estações meteorológicas, satélites, radares, sensores de descargas eléctricas, etc.);


- o acompanhamento da evolução dos fenómenos meteorológicos com base nos modelos numéricos de previsão da atmosfera e do mar;


- a elaboração de Boletins de Previsão e no caso de se prever uma situação meteorológica de risco, tais como precipitação forte, vento forte, situações extremas de calor ou frio, emissão de Aviso/Alerta Meteorológico.


 


> Como contribui a Vigilância Meteorológica para o Desenvolvimento Sustentável?


A emissão atempada de Boletins de Previsão e Avisos/Alertas para as autoridades de Protecção Civil e Autoridades Aeronáuticas e Marítimas contribui para a diminuição dos impactos dos fenómenos meteorológicos extremos.


 


In Instituto de Meteorologia > http://www.meteo.pt

publicado por nelsonfq às 17:05
link do post | comentar | favorito
Segunda-feira, 9 de Maio de 2005
Poupança de Energia

Confecção de Alimentos


 


Nos fogões e placas a gás, a chama não deve ultrapassar a base do recipiente, para maximizar o aproveitamento do calor.

Deve desligar o seu forno algum tempo antes de finalizar o cozinhado, uma vez que este manterá a temperatura durante alguns minutos, permitindo poupar energia.

Sempre que possível, tape bem os seus recipientes durante a confecção dos alimentos.


 


 


Aquecimento das águas sanitárias


 


Certifique-se de que o seu sistema de aquecimento de águas é adequado às suas necessidades em termos de potência e capacidade.



Regule o equipamento de aquecimento de águas (caldeira, esquentador ou termoacumulador) para a temperatura mínima que lhe permite uma utilização confortável, evitando situações de sobreaquecimento. Se habitualmente mistura muita água fria para obter a temperatura ideal é porque pode baixar o nível de aquecimento, poupando energia.


 


 


Lavagens de loiça e roupa


 


Na escolha de máquinas de lavar roupa ou louça, seleccione equipamentos com programador da hora de funcionamento. Desta forma pode efectuar as lavagens nas horas de vazio em que a energia é mais económica (caso tenha acesso a uma tarifa eléctrica bi-horária).



Deve ajustar a carga da máquina à capacidade útil indicada pelo fabricante, de forma a não desperdiçar energia.


 


 


Aquecimento ambiente


Mantenha um bom isolamento das suas portas e janelas, calafetando as juntas e os batentes para que não se verifiquem perdas de energia para o exterior.


Instale no seu sistema de aquecimento um dispositivo de regulação automática da temperatura desejada e dos períodos de funcionamento (termóstato, relógio programável, ou outro). Desta forma só gastará a energia estritamente necessária para as suas necessidades.


Faça todos os anos uma revisão dos seus equipamentos, de forma a assegurar o seu correcto funcionamento, sem perdas desnecessárias de energia.


Iluminação


- Substitua as suas lâmpadas normais por lâmpadas de baixo consumo energético, sempre que o local de instalação o permita.


- Utilize lâmpadas compactas fluorescentes porque poupam muita energia. Duram mais e gastam a quarta parte da energia que gasta uma lâmpada incandescente. Mudar uma lâmpada tradicional por uma energeticamente eficiente pode reduzir meia tonelada de dióxido de carbono.


- Apague as luzes quando já não precisar delas. Ao diminuir gastos de electricidade, ajuda a reduzir a produção de dióxido de enxofre proveniente das centrais eléctricas.


- Utilizar, sempre que possível, a iluminação natural. Estará a poupar electricidade.


- Instale detectores de presença que desligam as luzes sempre que uma sala está desocupada.


- Pode reduzir o consumo de electricidade se substituir a iluminação de tecto por iluminação mais directa, como por exemplo, candeeiros em secretárias de trabalho.


- Utilizar, sempre que possível, apenas uma lâmpada em vez de várias.


- Pinte as divisões da casa com cores claras, porque as tintas escuras absorvem a luz enquanto que as claras reflectem-na.


Escolha da Tarifa Eléctrica


 


Instale um contador bi-horário, com tarifa eléctrica mais económica nas horas de vazio, e concentre os seus consumos ocasionais nos períodos mais económicos (lavagens de roupa e louça, passagens de roupa a ferro, etc.).


 


In http://www.galpenergia.com

publicado por nelsonfq às 14:28
link do post | comentar | favorito
Lâmpadas Fluorescentes Económicas e Recicláveis

Uma lâmpada fluorescente pode ser uma boa opção de iluminação. Mas convém saber quais são as que duram mais, poluem menos e são mais fáceis de reciclar.


 




Quando comprar uma lâmpada fluorescente, não se esqueça que este produto não tem apenas vantagens. Sim, trata-se de um tipo de iluminação barata, tendo em conta a extensão de espaço abrangida e o preço. No entanto, nem todas estas lâmpadas são seguras, e ambientalmente sustentáveis.


 


As de longa duração, apesar de serem mais caras, duram mais de 15 mil horas, gastam menos 80% de energia do que as convencionais e o seu vidro é muito mais fácil de reciclar, por ser extremamente resistente.


 


São tubulares, medem cerca de 10 cm e já são disponibilizadas por diversas marcas, incluindo a Phillips e a Osram. Para se perceber a economia de energia, basta pensar que uma destas lâmpadas, se gastar 16 watts, iluminará o mesmo que uma convencional que consuma 100 watts.


 


Quando entrar num local onde as luzes se acendem muito gradualmente, mas sem intermitências, já sabe que estará em presença de uma lâmpada fluorescente de longa duração.


 


As antigas lâmpadas fluorescentes, ainda largamente presentes no mercado, colocam diversos problemas de utilização. Duram menos tempo; quando se partem são tóxicas, porque libertam mercúrio; e são quase impossíveis de reciclar, já que se fragmentam em milhares de pedaços minúsculos.


 


Em Portugal já se faz recolha selectiva  e reciclagem de lâmpadas fluorescentes.


 


In http://www.galpenergia.com


Ver o site http://www.ambicare.com

publicado por nelsonfq às 14:19
link do post | comentar | favorito
Não Deixe o Calor Fugir de Casa

Sabia que cerca de 60 por cento da energia proveniente dos sistemas de aquecimento é desperdiçada ao escapar por zonas que podem ser isoladas? Este método permite poupar dinheiro, ao mesmo tempo que, com uma casa quentinha e confortável, contribui para melhorar o meio ambiente.


 


É fácil, económico e produz excelentes resultados. Estamos a falar de algumas medidas simples que contribuirão, em muito, para um bom isolamento térmico da sua casa, embora, é certo, que, para que os resultados sejam realmente irrepreensíveis, seja necessário procederem-se a algumas obras.


 


Ainda assim, quer melhores argumentos para começar – já – a agir no sentido de impedir que o calor fuja, literalmente, de sua casa? Se ainda não está convencido, pense então um pouco no quanto nos prejudicamos com gestos – ou falta deles – que aumentam a factura da poluição.


 


E, se é verdade, que Portugal não é um país particularmente frio, basta vir um Inverno mais rigoroso para nos apercebermos de que as nossas habitações estão, de facto, muito mal preparadas para as temperaturas baixas. Aliás, podemos falar de temperaturas moderadas na zona da Grande Lisboa e, regra geral, nas regiões do litoral Sul do País. Mas estas são mais severas no resto do território, em especial nas terras altas serranas. Nessas alturas ou condições, lá vamos nós gastar dinheiro em várias frentes, adquirindo sistemas de aquecimento que apenas serão usados durante dois ou três meses no ano inteiro. Ou, pior, apenas durante algumas semanas, no caso das casas de férias. Mas a solução existe, é simples e inteligente: isolar a casa, diminuindo assim a necessidade de aquecimento.


 


O isolamento térmico passa, essencialmente, por três etapas: pelo isolamento da casa propriamente dita, (ou seja, de paredes, tecto e chão); pelo recurso aos têxteis, (como cortinas, tapetes e afins); e pela calafetagem de fendas e frestas. Todas juntas acabam por funcionar como uma espécie de agasalho da casa! Afinal, quando temos necessidade de nos proteger do frio, não saímos à rua com uma camisola com aberturas, mas com algo que, além de nos aquecer, impede o frio de entrar.


 


A primeira das três etapas, o isolamento da casa, é talvez a de mais difícil execução, pelo simples facto de, em princípio, ser necessária a intervenção de mão-de-obra especializada. No entanto, a ideia é revestir paredes, chão e tecto com materiais como lã-de-vidro, lã-de-rocha, celulose, cortiça, entre outros; recorrer à construção de caixas de ar entre paredes, por exemplo, ou a envidraçados na área virada a sul da casa, que captam a radiação solar numa zona que apanha mais sol no Inverno e menos no Verão. Todas estas técnicas são do domínio da chamada arquitectura bioclimática, que recusa o uso de máquinas poluentes ou a climatização artificial, garantindo aquecimento ou arrefecimento através de processos naturais e estratégias de construção. Contudo, qualquer bom profissional de construção saber-lhe-á executar e explicar todo o processo.
Mas as desculpas acabam aqui. As outras duas grandes etapas são simples e eficazes, embora todas se complementem.


 


Uma casa também se veste



Quanto mais “despida” estiver uma casa, mais fria será. E, evidentemente, além dos móveis (em especial os de madeira) e acessórios, a roupa do lar é fundamental. Por isso, tome nota.


 


- Um cortinado bem colocado (que acompanhe toda a extensão da janela) faz toda a diferença, podendo reduzir para metade as perdas de calor.


 


- O tecido do cortinado é, igualmente, algo a não descurar. Quanto mais grosso, mais aquece o ambiente. No entanto, é conveniente que deixe passar a luz (e o calor!) solar.


 




- Nas antigas casas senhoriais eram colocadas grandes tapeçarias nas paredes que funcionavam como isolantes térmicos. Nas casas actuais, não será necessário ir tão longe mas, para quem gosta de uma decoração étnica, por exemplo, existem tecidos bonitos que ajudam a revestir, e simultaneamente decorar, as paredes.


 


- Use e abuse dos tapetes e/ou carpetes e passadeiras no chão.


 


- O recurso a toalhas de mesa ou naperons ajudam a formar uma atmosfera mais acolhedora.


 


- Se precisa de ter as portas entre divisões permanentemente abertas, pense em colocar-lhes uma cortina. Existem bonitos tecidos semitransparentes ou transparentes, bordados com sóis e luas, simples ou coloridos que podem ser também uma mais-valia em termos de decoração.


 


- Fugindo um pouco aos têxteis, temos ainda os toldos e estores, que, além de permitirem o controlo da luminosidade, são importantes no isolamento térmico (e acústico).


 



Quando a casa tem buracos


 


Sim, porque o conjunto de frestas das portas e janelas de uma moradia média, de dois pisos, pode equivaler a um buraco de um metro quadrado! Uma boa maneira, portanto, de mandar dinheiro para a rua. Repará-los é urgente, mas existem ainda outras medidas a tomar.


 


- Qualquer pessoa pode calafetar as frinchas de portas e janelas: basta comprar um rolo de fita adesiva de espuma, também chamada borracha autocolante. A aplicação é muito simples, devendo a fita ser colocada em volta das portas e janelas, embora a espuma vedante tenha de ser substituída com alguma regularidade. Além do mais, estamos a falar de um produto relativamente barato.



- Os espaços entre as portas e o chão é muito importante. Para vedá-los, pode optar por “saias” ou barras (existentes no mercado) ou pelo clássico “chouriço” de pano e areia.


 


- Se tiver oportunidade, não deixe de substituir as janelas de vidro simples pelas de vidro duplo, já que este último modelo tem maior resistência térmica. Os resultados são excelentes – chegando a conservar o dobro do calor que as de vidro simples –, quer em termos de isolamento térmico quer acústico ou sonoro. Para resultados ainda melhores, certifique-se de que cada um dos vidros duplos tem diferentes espessuras.


 


- Se puder escolher, evite as janelas de alumínio ou metal, a menos que estas já venham incorporadas com separador térmico (o que é raro).


 


- As janelas de batente são melhores a prevenir saídas de calor do que as de correr. Opte pelas primeiras, se tiver oportunidade para tal.


 


- Mantenha as portas interiores (entre divisões) sempre fechadas. Não há necessidade da atmosfera quente de uma divisão, onde estão as pessoas (ou aquecida por meios mecânicos), se propagar para uma vazia e, daí, possivelmente para a rua.


 


 


In http://www.galpenergia.com
publicado por nelsonfq às 14:00
link do post | comentar | favorito
Quarta-feira, 4 de Maio de 2005
Ao Sol

aosol.gif 


Ao Sol, Energias Renováveis, Lda. é uma empresa do Grupo Galp Energia, situada no Porto Alto, fabricante de colectores solares concentradores do tipo CPC. Os seus colectores podem ser utilizados em grandes sistemas de aquecimento de água ou em sistemas de água quente doméstica, em sistemas de circulação forçada ou em "kits" de termosifão de 190 litros (1 colector) ou 350 litros (2 colectores).


 


A Ao Sol é a actual Presidente da APISOLAR (Associação Portuguesa da Indústria Solar), membro da ESIF (European Solar Industrial Federation) e membro da ASTIG (Active Solar Thermal Industrial Group), onde se encontra lado a lado com as maiores empresas solares da Europa. Estas circunstâncias permitem à empresa estar informada, em tempo real, dos últimos desenvolvimentos dos mercados nacional e europeu.


Ver o site http://www.aosol.pt

publicado por nelsonfq às 15:52
link do post | comentar | favorito
Gás Natural

O Gás Natural é produzido pela Natureza. Resulta da decomposição de sedimentos de origem vegetal e animal, acumulados ao longo de muitos milhares de anos, e é extraído pelo homem de jazidas subterrâneas, da maioria das quais se extrai também petróleo. A partir da extracção das jazidas subterrâneas, o Gás Natural pode ser liquefeito para que possa ser transportado por via marítima em navios metaneiros, ou transportado na fase gasosa, através de gasodutos.


 


Junto aos pólos de consumo, urbano e/ou industrial, o Gás Natural passa dos gasodutos de transporte para as redes de distribuição, que são instaladas tipicamente por baixo dos passeios ou das bermas das estradas, e através das quais é fornecido aos utilizadores finais.



Todos os anos são descobertas novas jazidas de Gás Natural susceptíveis de exploração comercial, aumentando aquilo que se designa por reservas provadas.


Só entre 1985 e 1999, o volume de reservas provadas de Gás Natural aumentou em 65%, ultrapassando em termos de energia equivalente as reservas provadas de petróleo.


 


Mesmo num cenário hipotético em que cessasse a descoberta de novas jazidas (cenário certamente irrealista), as reservas actualmente conhecidas e provadas representariam uma autonomia superior a 60 anos ao nível de consumo actual. Contudo, prevê-se que as reservas prováveis e possíveis possam representar um volume largamente superior às reservas provadas, perspectivando um horizonte de vida muito longo para esta forma de energia.


 


Actualmente, circulam quase 3 milhões de veículos a Gás Natural em todo o Mundo, prevendo-se um acentuado desenvolvimento deste mercado nos próximos anos.


O interesse que tem vindo a despertar o Gás Natural enquanto combustível veicular deve-se sobretudo a dois tipos de vantagens por comparação com a gasolina e gasóleo: a vantagem ambiental, que posiciona o Gás Natural como uma ferramenta valiosa no combate aos problemas de poluição, sobretudo em meios urbanos, e a economia de utilização (superior à do gasóleo, nas actuais condições do mercado nacional).


 


Uma vez que não existe ainda em Portugal uma rede de estações de enchimento desenvolvida, o Gás Natural veicular tem sido utilizado sobretudo em frotas de veículos com percursos tipificados, quer ligeiros de serviço, quer pesados de passageiros.


 


O Gás Natural é importado pela empresa portuguesa Transgás, no estado líquido (Gás Natural Liquefeito), principalmente da Argélia e, em menor quantidade, doutros mercados como a Argélia e Malásia.



In http://www.galpenergia.com


publicado por nelsonfq às 15:38
link do post | comentar | favorito
.mais sobre mim
.pesquisar
 
.Agosto 2006
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
24
25
26
27
28
29
30
31
.tags

. todas as tags

.links
.Fazer olhinhos
blogs SAPO
.subscrever feeds