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Sábado, 20 de Agosto de 2005
Águas Minerais (Mineromedicinais)

Chamam-se águas minerais ou mineromedicinais às águas naturais que possuem propriedades terapêuticas, determinadas pelas suas propriedades físico-químicas. Estas águas são procuradas para cura de várias doenças: reumatismo, fígado, pele, aparelho respiratório, aparelho digestivo, diabetes, colites, rins, bronquite, doenças ginecológicas, etc.


Uma das propriedades físico-químicas que pode revelar a natureza mineral de uma água é a temperatura na nascente. Uma água natural que nasce com uma temperatura nitidamente superior à do ambiente, conservando esta temperatura praticamente constante, seja qual for a época do ano, chama-se termal. Esta circunstância vem acompanhada simultaneamente de singularidades na composição salina desta água.
Alguns autores consideram a temperatura de 25ºC como limite inferior da termalidade.


Há águas que nascem a temperaturas muito altas. Assim em Portugal, por exemplo, as águas de Arego surgem a temperaturas à volta de 60ºC; as de S. Pedro do Sul nascem a 68ºC e as das Caldas de Chaves a 73ºC. Na Ilha de S. Miguel (Açores), na região das Furnas (Caldeira Grande), há água que nasce a 99ºC. Sabe-se que a temperatura de uma água é tanto mais alta quanto mais profunda é a sua origem.


Portugal é um país excepcionalmente rico em águas minerais. As mais importantes nascentes de Portugal são (segundo classificação do Instituto de Hidrologia de Lisboa):


I - Águas Francamente Mineralizadas
a) Sem características especiais: Monfortinho e Grichões.
b) Radioactivas:
1 - Termais: Luso
2 - Atermais: Abrunhosa e Caria.
c) Férreas: Vale da Mó e Cachopo.
d) Alumínicas: Foz da Sertã.


II - Águas Sulfúreas
a) Alcalinas (sódicas): Vizela, Anegos, S. Pedro do Sul, Moledo, Carvalhal, S. Jorge, Entre-os-Rios, Alcafache, Taipas, Caldas da Saúde, Manteigas,
Murtas, S. Gemil, Felgueira, Unhais da Serra, Cavaca e Monchique.
b) Neutras: Caldas da Rainha, Arsenal (S. Paulo), Monchão da Póvoa .
c) Hipercalinas: Cabeço de Vide.



III - Águas Carbonatadas
a) Gasocarbónicas:
1 - Bicarbonatadas sódicas Frias: Vidago, Salus, Pedras Salgadas, Campilho e Bensaúde;
Bicarbonatadas sódicas Quentes: Chaves.
2 - Bicarbonatadas mistas: Melgaço.
3 – Hipossalinas: Lombadas, Helena e Serra do Trigo (todas nos Açores).
b) Não Gasocarbónicas:
1 – Sódicas: Gerês, Carvalhelhos e Monção.
2 – Cáleicas: Moura, Vimeiro e Atalata (Tavira).


IV - Águas Cloretadas
a) Mesossalinas:


1 - Simplesmente cloretadas: Cucos, Piedade, Estoril, Amieira, Bicanho e Azenha.
2 - Cloretadas - nitratadas: Castelo de Vide e Santa Marta (Ericeira).
b) Hipersalinas: Termas Salgadas da Batalha.


V - Sulfatadas
Cálcicas: Cúria e Monte Real.


In http://www.gastronomias.com/bar-bebidas/aguas.htm

publicado por nelsonfq às 02:34
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Oceanário
tanquecentral.gif www.oceanario.pt

In http://www.oceanario.pt/site/ol_newsletter_00.asp

publicado por nelsonfq às 00:22
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Velocidade do som na água

O som transmite-se muito mais eficiente e rapidamente na água, (onde a sua velocidade média é de cerca de 1450 m s-1) do que no ar (velocidade média de 340 m s-1). Esta facilidade de propagação do som é utilizada pelo homem e pelos animais, como podemos ver com os exemplos que se seguem. O sonar (sound navigation and ranging) é um instrumento que utiliza as ondas sonoras (ultrasons) para detectar objectos no interior do oceano (submarinos, cardumes de peixes, etc.) ou o próprio fundo do mar e determinar a que distância se encontram. Se um sinal sonoro emitido pelo sonar encontrar um alvo (um objecto ou o fundo do mar), ele é reflectido; o tempo que medeia entre a emissão do sinal e a recepção do respectivo eco permite determinar a distância a que está o alvo, desde que se conheça a velocidade do som nesse local. Também os animais marinhos, como por exemplo as baleias e os golfinhos, utilizam o som (ultrasons) para detectar as presas ou para comunicar entre eles.


In http://nonio.fc.ul.pt/oceano/velocidade.htm

publicado por nelsonfq às 00:11
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Sexta-feira, 19 de Agosto de 2005
Água do Mar

A água do mar tem o maior poder dissolvente de todas as substâncias conhecidas porque contém muitas substâncias minerais (sais) em solução. De facto, na água do mar existem praticamente todos os elementos químicos conhecidos (pelo menos 89 elementos químicos foram identificados na água do mar, grande parte deles em concentrações muitíssimo fracas).


Para se ter uma ideia da quantidade de sais existente nos oceanos, basta dizer que seria suficiente para cobrir o planeta inteiro com uma camada de sal com mais de 150 m de espessura (o sal da água do mar é diferente do sal das cozinhas porque este é purificado, sendo constituído praticamente só por cristais de cloreto de sódio).


No entanto, a concentração dos sais dissolvidos na água do mar correspondem a uma pequena percentagem: cerca de 3,5%. Ao valor da concentração em sais dissolvidos na água do mar chama-se salinidade (uma concentração de 3,5% corresponde ao valor de 35 de salinidade visto que esta exprime a massa de sais em gramas por cada quilograma de água do mar). Para se ter uma ideia, podemos referir que a salinidade da água da torneira tem valores entre 0,6 e 0,8 enquanto a salinidade das águas engarrafadas é da ordem de 0,3. De entre os elementos dissolvidos na água do mar, há seis que perfazem mais de 99% da massa dos sais: cloro, sódio, enxofre (sob a forma de ião sulfato), magnésio, cálcio e potássio.


No oceano, a salinidade varia de local para local e em profundidade. Para as regiões oceânicas afastadas dos continentes, a salinidade varia entre 33 e 38. Mas em regiões onde a descarga dos rios (que fornece água doce à superfície do mar) é importante, as variações da salinidade podem ser muito grandes ao longo do ano (no inverno o caudal dos rios é maior do que no verão). No oceano ao largo, as variações de salinidade na superfície do oceano dependem essencialmente da diferença entre a evaporação (que "rouba" água doce à superfície do mar) e a precipitação (que fornece água doce à superfície do mar). Vejamos um exemplo extremo: no Mar Vermelho a evaporação excede largamente a precipitação. Então a a salinidade média é cerca de 42 mas pode atingir 330 (!!) na região próxima da fronteira entre Israel e a Jordânia; quer dizer que não temos quaiquer problemas para flutuar numa água que, por ser tão salgada é muito densa.


In http://nonio.fc.ul.pt/oceano/condutividade.htm 

publicado por nelsonfq às 23:20
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Importância do iodo para a saúde: bócio
Se uma pessoa não tiver na sua alimentação iodo suficiente pode contraír uma doença denominada bócio (deficiência da glândula tiróide) em que uma das manifestações visíveis é o aparecimento de inchaços no pescoço devido ao crescimento anormal da tiróide. Esta doença é mais frequente em países pouco desenvolvidos e em especial os que ficam longe do mar. Como é que se pode incluír iodo na nossa dieta? Por exemplo, através da ingestão de produtos provindos do mar tal como sal, peixe, algas.
publicado por nelsonfq às 23:17
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Salinas

As salinas constituem um valor cultural a não esquecer, pois o "sal das cozinhas" (cloreto de sódio) - o ouro branco que noutras épocas se revelava imprescindível para a conservação de alimentos - não se obtém com a devida pureza deixando apenas a água salgada secar ao sol e ao vento. Há que saber conduzir a evaporação da água salgada, controlando a precipitação selectiva dos vários sais que se encontram dissolvidos, para obter o cloreto de sódio quase puro, isto é, separado dos outros sais que precipitam em primeiro lugar.


Nos evaporadores, de formas mais regulares, sucessivamente menos profundos e de menor superfície, onde as águas vão ficando cada vez mais salgadas, precipitam os sais que devem ser removidos para não contaminar o cloreto de sódio: carbonatos, os brometos e os iodetos.


Nos cristalizadores, de formas irregulares, ocorre a precipitação do cloreto de sódio, quando a água atinge salinidades na ordem de 200 a 300 gramas de sal (cloreto de sódio) por kg de água - A salinidade da água do mar é cerca de 35 gramas de sal (cloreto de sódio, carbonatos, brometos, iodetos...) por quilo.


Aqui, a dimensão dos cristais também necessita ser controlada: quanto maior, mais limpo é o sal. Para obter o sal mais grosso, as águas devem estar rosadas (devido a presença de uma halobactéria). Se uma salina produz pouco sal e de fraca qualidade, necessita de ser "semeada" com o sal proveniente de uma salina produtiva onde as águas ficam devidamente rosadas.

O ritmo da evaporação tem de ser controlado através da medição da densidade da água (que é maior quando tem mais sal). Se não existir um instrumento apropriado para medir a densidade, pode-se observar como os gravetos ou as folhas de certa vegetação afundam ou flutuam nas águas. Se o vento ou o calor aceleraram excessivamente a evaporação, é necessário transferir águas menos salgadas de outros tanques.
publicado por nelsonfq às 13:15
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Écrãs CRT, LCD e de plasma

Um ecrã CRT (Catodic Rays Tub) é constituído por fosforetos vermelhos, azuis e verdes que brilham, criando pontos de luz coloridos, quando são atingidos por electrões. Quando se aplica uma corrente eléctrica, libertam-se electrões dum cátodo (eléctrodo negativo) em direcção a um ánodo (eléctrodo positivo). Estes electrões atravessam um tubo (tubo de raios catódicos), até baterem no interior do ecrã, onde se encontram os fosforetos. Cada linha de fosforetos é renovada 50 ou 100 vezes por segundo (frequência de 50 Hz ou 100 Hz) para formar a imagem.


Um ecrã LCD (Liquid Cristal Display) consiste em duas folhas de filtros de plástico polarizado e uma camada de cristais líquidos. Quando se aplica uma corrente eléctrica a um pixel, os cristais líquidos viram-se para um determinado ângulo e bloqueiam a passagem de determinado tipo de luz nesse ponto, funcionando como um filtro. Juntando filas alternadas de filtros vermelhos, verdes e azuis e colocando uma luz forte na parte de trás do painel, torna-se possível formar imagens.


Um ecrã de plasma é um vidro com um conjunto de pequenos compartimentos selados e atravessados por eléctrodos. Há três compartimentos por cada pixel de imagem, cada um revestido por fosforetos vermelhos, verdes ou azuis e preenchido com um gás de plasma. Quando se aplica uma corrente eléctrica, o gás de plasma emite electrões que excitam os fosforetos até estes brilharem e formarem imagens.

publicado por nelsonfq às 12:28
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Quinta-feira, 18 de Agosto de 2005
Protocolo de Quioto

O Protocolo de Quioto para o combate às alterações climáticas entrou legalmente em vigor a partir de 16 de Fevereiro de 2005. Apesar de ter sido acordado em 1997, só agora entrou em vigor devido à ratificação da Rússia, responsável por 17% das emissões no planeta. Com a associação da Rússia, fica garantido o mínimo de emissores de poluentes responsáveis pelo efeito de estufa, 55% das emissões no planeta, necessário para a entrada em vigor do Protocolo. As nações industrializadas que ratificaram o Protocolo terão de efectuar cortes significativos nas emissões de gases de estufa até 2012. No entanto, o Protocolo arrancará sem a participação do país com mais emissões de gases de estufa, os EUA, porque a administração Bush considerou que a adesão prejudicaria gravemente a economia nacional e porque o Protocolo não obriga países que ainda estão em desenvolvimento, como a Índia e a China, a realizar imediatamente cortes nas emissões. A Austrália é outra potência poluente, especialmente através da sua grande indústria de carvão, que também fica de fora.
Portugal parece cada vez mais longe de cumprir os limites impostos pelo Protocolo de Quioto. A Agência Europeia de Ambiente confirmou que o nosso país, a par de outros três países da Europa dos 15 (Dinamarca, Itália e Espanha), não está no caminho de conseguir cumprir o Protocolo de Quioto, mesmo recorrendo aos mecanismos de Quioto, como seja o mecanismo de desenvolvimento limpo, onde um país desenvolvido patrocina projectos de redução de emissões em países em desenvolvimento que tenham ratificado o Protocolo. Tal está patente no Relatório divulgado denominado "Tendências e projecções de emissão de gases de efeito de estufa na Europa - 2004" publicado recentemente.
Para saber mais clique AQUI
In Newsletter 11 do Oceanário

publicado por nelsonfq às 19:34
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