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Quarta-feira, 2 de Fevereiro de 2005
Barreira do Som

aviao.jpg 


Expressão que nasceu do conceito, errado, de que a velocidade do som, ou velocidade sónica (cerca de 1220 km/h ao nível do mar), constitui a velocidade limite (barreira) do voo na atmosfera. Na realidade, os aviões subsónicos experimentam uma série de dificuldades ao atingirem uma velocidade próxima da velocidade sónica, devido à formação de ondas de choque: aumento brusco da resistência ao avanço, diminuição da sustentação e do controlo do avião, vibrações e fenómenos de aeroelasticidade.


A escolha de certas formas geométricas, como as asas em delta, permitiu projectar aviões capazes de transpor suavemente a gama de velocidades transónicas. No entanto, para que essa transposição seja possível, continua a ser necessário um aumento significativo da potência dos propulsores.


O piloto de ensaios americano Chuck Yeager atravessou pela primeira vez a «barreira», em 1947, no avião foguete Bell X-1. A 26 de agosto de 1950, esta aeronave foi transferida para o National Air Museum, em Washington, EUA, onde está em exposição permanente.


No momento em que um avião atravessa a barreira do som, forma-se uma enorme nuvem à sua volta. Esta nuvem é provocada pela onda de som que, ao avançar, comprime a humidade do ar. Chama-se «cone de Mach». Quando um avião ultrapassa a velocidade supersónica, o voo passa a ser suave, porque se passa a voar mais rápido do que as ondas de pressão.


Actualmente, com uma forma cuidadosamente desenhada, um avião como o Concorde pode voar a velocidade supersónica, apesar de criar, no seu rasto, um estampido sónico, ou seja, um barulho parecido com o ribombar de um trovão.


O Concorde era o único avião de passageiros a voar acima da velocidade do som, ou «Mach 1». Desenvolvido em conjunto por engenheiros britânicos e franceses, o Concorde foi apresentado ao público em 1967, mas só fez o seu primeiro voo em 1969, tendo abandonado os voos comerciais em 2003.


Em Outubro de 1997, foi pela primeira vez quebrada a barreira do som em terra, por um carro a jacto (o Thrust SCC) projectado por uma equipa britânica. No entanto, o recorde não foi oficialmente homologado porque a viagem excedeu o limite máximo de tempo fixado para o efeito (60 minutos).


Artigo retirado da Biblioteca Universal
2000 © Texto Editores

publicado por nelsonfq às 18:21
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